terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

O DIÁRIO DE STEVE ROGERS - Parte 772

Arte de capa por Carlos Pacheco
- Captain America n° 13 (Janeiro de 2014)

* História escrita por Rick Remender, desenhada por Nic Klein, colorizada por Dean V. White, editada originalmente por Tom Brevoort

Publicada no Brasil, pela Editora Panini, na revista Capitão América & Gavião Arqueiro n° 12, letreirizada por Gisele Tavares, traduzida por Fernando Lopes e Jotapê Martins e editado por Rodrigo Guerrino


A SHIELD precisa do Capitão América para resolver uma situação urgente. Maria Hill liga para o apartamento de Steve e Sam Wilson atende dizendo que o amigo, esgotado física e emocionalmente, não deve ir a campo. Maria informa que o Bazuca, um ciborgue com uma demência gravíssima, fruto de uma versão do soro do supersoldado com hiperanfetaminas está travando uma guerra no Nrovequistão, dizimando cidades e hasteando bandeiras estadunidenses nos postes. A mídia só não sabe nada ainda, o que causaria mais danos internacionalmente, pois a SHIELD está interceptando todas as transmissões e as está segurando... por enquanto. E, quando as imagens finalmente forem ao ar, é preciso mostrar o Capitão América derrubando o vilão.

Algum tempo depois, Capitão América, Falcão e Asa Vermelha pousam no Nrovequistão. O Capitão, aliás, faz questão de "pousar" no próprio Bazuca, que estava massacrando soldados. Bazuca representa tudo de mais sombrio que um país pode produzir em seu momento de declínio. O vilão também é poderoso o bastante para conseguir se proteger até mesmo do escudo do Capitão e de seus golpes. Na verdade, ele sequer se irrita com isso.

O Falcão tenta uma abordagem silenciosa. Suas asas sibilam no ar. E, ainda assim, o Bazuca consegue revidar. Ele os está dominando. É quase como se fosse um reflexo maldoso do próprio Capitão.

O ar está pesado com o cheiro de carne queimada. Bazuca corre para outro prédio e começa a disparar contra soldados que estão ali escondidos. Para detê-lo, o Capitão América se vê obrigado a ignorar os gritos e o cheiro. Erguer-se. No subida para o teto do prédio, o herói encontra o corpo carbonizado de um soldado... morto por um homem com a bandeira americana no rosto... morto por um supersoldado americano. A cada cadáver... uma família verá os Estados Unidos como um inimigo. A cada cadáver, um monumento que simbolizam que perderam o controle. Isso porque já dizem que os americanos só oferecem guerra ao mundo, que se corromperam pela ambição militar. Bazuca vai provar que estão certos. É melhor nem pensar em quantos ele já matou. Apenas fazer o que puder para salvar os que restaram.

No teto do edifício, Bazuca encurralou três soldados e lança granadas contra eles. Falcão tenta impedir, mas o vilão atira contra ele, que se defende com suas asas. Seu mascote, o falcão Asa Vermelha, agarra uma das granadas no ar, enquanto o Capitão minimiza o impacto de outra com seu escudo... caindo em choque pelo impacto, diante de um vilão que está prestes a matá-lo. Asa Vermelha consegue ganhar tempo jogando a granada, que explode em Bazuca. O Capitão aproveita o momento e ordena que os soldados encontrem um abrigo. Mas, para surpresa de todos, Bazuca, mesmo após a explosão, está inteiro e pronto para matar novamente.

Continua...
Arte interna por Nic Klein
A+:
 

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