quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

CAPITÃO AMÉRICA 200

A Edição comemorativa da 200ª edição do Capitão América pela Editora Abril, você encontra na Sala de Perigo: www.saladeperigo.com.br

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

X-MEN

O antropologista Bolivar Trask foi um dos muitos vilões que via a raça mutante como uma ameaça. Ironicamente, seu filho nasceu com dons mutantes. Mas Trask era tão obcecado que criou uma espécie de medalhão que inibia os poderes do filho. Uma prova de como uma história publicada décadas atrás pode se tornar atemporal se vista nos dias de hoje. Esta história, publicada na revista Capitão América 96, você encontra na Sala de Perigo.

sábado, 26 de novembro de 2016

SURFISTA PRATEADO

No ranking dos personagens cult da Marvel, o Surfista Prateado sem dúvida é o que mais carrega esse rótulo. Apesar de diversas vezes ter sua própria revista mensal, é um herói bem diferenciado dos demais e muitas vezes parece ficar a margem do Universo Marvel.

Personagem recorrente quando se trata de assuntos cósmicos, o Surfista Prateado também pode ser visto em diversas participações especiais com outros personagens. Além disso, é comum haver minisséries e especiais às quais ele protagoniza. Alguns exemplos dessas séries: Parábola (especial escrito por Stan Lee e desenhado por Moebius para o selo Epic, publicada no Brasil em 1989 pela Editora Abril e em 2014 pela Panini); Os Escravagistas (publicada no Brasil, na série Graphic Marvel, em 1992 pela Editora Abril), Lanterna Verde & Surfista Prateado (publicada no Brasil, em 1997, pela Editora Abril); Surfista Prateado e Super-Homem (publicada no Brasil, em 1997, pela Editora Abril); Surfista Prateado: Dualidade Cósmica (primeiro trabalho do desenhista italiano Claudio Castellini para a Marvel, publicada no Brasil, em 2001, pela Mythos); Surfista Prateado e Arma Zero (publicada, em 1998, pela Editora Abril, na série O Reino do Demônio); Aniquilação: Surfista Prateado (publicada no Brasil na série Aniquilação, pela Panini em 2007); Stan Lee encontra o Surfista Prateado (publicada no Brasil, em 2007, pela Panini, na revista Marvel Apresenta); Surfista Prateado: Réquiem (publicada no Brasil, em 2008, pela Panini), entre outras...

Na Sala de Perigo você encontra a participação do Surfista Prateado na minissérie O Reino do Demônio, o especial Dualidade Cósmica e as histórias de Dan Slott e Michael Allred na revista Universo Marvel. Singre esse universo de revistas CLICANDO AQUI.

sábado, 19 de novembro de 2016

CAPITÃO AMÉRICA

É, não tá fácil pra ninguém...

Imagine então quem vive sob o estigma de que o crime não compensa. Ainda mais se você é um vilão da Marvel com um uniforme espalhafatoso como o de Alexander Gentry, também conhecido como Porco Espinho!

Apesar de sua roupa especial que disparava espinhos em suas vítimas parecer uma boa ideia para enriquecer... só que não... Gentry chegou a um ponto em que cansou de ser o vilão tosco que sempre perdia. Mas era tão orgulhoso de sua criação que achava que a culpa não era dela... mas dele, afinal. Por isso, sua última boa ideia foi... vender a vestimenta. Foi daí que procurou o grupo criminoso conhecido como Império Secreto e ofereceu a arma, totalmente repaginada para agora dar certo. E, pra demonstrar como ela era eficiente... decidiu gravar uma batalha ninguém menos do que o Capitão América. O herói, na época, estava acompanhado do parceiro Nômade. Só pra deixar a ideia de Gentry mais... brilhante.

Entre vilões desesperados e outros desesperadores, o Capitão América não tinha um escudo que mais parecia um alvo por acaso. Comprove adquirindo uma das revistas onde o bom soldado batalha tudo quanto é tipo de ameaça. Visite a Sala de Perigo clicando aqui.

CAPITÃO AMÉRICA

O nome e o visual do personagem Nômade foram criados, em 1974, pelo escritor Steve Englehart e pelo desenhista Sal Buscema como uma identidade alternativa para Steve Rogers, que se sentiu desgastado agindo como Capitão América, após descobrir que o líder criminoso do Império Secreto era alguém do alto escalão político americano (não fica explícito, mas entenda-se o presidente - Nixon para ser mais preciso, pela época em que isso ocorreu).

Steve superou a crise e deixou a identidade de Nômade de lado. Mas esse codinome foi revivido pelo escritor J. M. DeMatteis e pelo desenhista Mike Zeck em 1981 para um personagem coadjuvante (Edward Ferber. Não durou muito, mas, ainda assim, em 1983, o mesmo DeMatteis voltou a trazer o Nômade novamente para um personagem que faz parte da mitologia do Capitão América: Jack Monroe, conhecido como o enlouquecido Bucky dos anos 50.

Em 1972, Englehart e Buscema haviam trazido o Capitão América dos anos 50 de volta a ativa. Não era Steve Rogers (que, cronologicamente, estava congelado nessa época), sendo a identidade do professor William Burnside, que recriou o soro do supersoldado de uma forma, digamos, genérica, causando-lhe danos mentais com o decorrer do tempo. Burnside, obcecado em ser o novo Capitão América, também tratou de arrumar seu próprio Bucky que, no caso, era seu aluno... Jack Monroe. Mas nessa retomada do personagem, apenas Burnside ressurgiu. O dramático destino de Jack só foi mostrado em 1979, em um arco de histórias escritas por Roger Mckenzie, Jim Shooter e Michael Fleisher, desenhado por Sal Buscema, onde Burnside sofreu lavagem cerebral e, ainda mais insano, tornou-se o vilão Grande Diretor. Dominado mentalmente, Burnside matou o seu Bucky e logo depois cometeu suicídio. Pelo menos era o que se pensava...

Na verdade, foi só quando DeMatteis "reviveu" Jack Monroe, em 1983, que ele revelou seu verdadeiro nome. Jack (que sobreviveu ao tiro de Burnside já que a arma estava carregada com festim) procurou por Steve, que o recebeu de forma pouco amistosa no começo. Mas o herói logo notou que o jovem era mais vítima do que ameaça. Ainda com o soro do supersoldado em suas veias, Jack acabou seguindo o Capitão América não como um novo Bucky... mas assumindo a antiga identidade de Nômade. Durante dois anos, o Capitão América tinha um novo parceiro em sua revista.

Você encontra o trágico ressurgimento do Nômade/Jack Monroe na Sala de Perigo, além de muitas outras revistas com o Capitão América. E sua loja virtual de quadrinhos é tão parceira que facilita o pagamento pra ti, além de ter um frete baratinho e todo cuidado com as revistas que vão pra sua coleção. É ou não é pra andar lado a lado com a gente. Visite clicando aqui.

HOMEM DE FERRO

A minissérie Homem de Ferro versus Chicote Negro foi publicada pela Marvel, em 2009, aproveitando o marketing do filme Homem de Ferro 2, que seria lançado meses depois. No Brasil, ela também serviu para aproveitar a popularidade do filme e começar a coleção de revistas mensais do herói.

Vale dizer que, antes do primeiro filme do personagem, o Homem de Ferro não era exatamente um super-herói dos mais populares entre o público fora da esfera dos quadrinhos. Exceto pela década de 90, onde o herói teve uma revista própria, porém interligada ao evento Heróis Renascem, o Homem de Ferro teve uma revista mensal pela última vez no início da década de 70 e, ainda assim, no rastro dos desenhos "desanimados" onde o público brasileiro tomou conhecimento de sua existência.

Na Sala de Perigo você encontra diversas revistas com aventuras do Homem de Ferro, tanto em participações em revistas de outros heróis, quanto se próprio título. Clique aqui e venha dar um olá para Tony Stark!

domingo, 13 de novembro de 2016

DEMOLIDOR

Se há um personagem na Marvel que carrega bem o rótulo de cult, este personagem sem dúvida é o Demolidor. Hoje, o herói tem uma legião de fãs que vão além dos de quadrinhos, graças à série própria veiculada pela Netflix. Ainda assim, é um legítimo e nobre representante da "categoria B" dos heróis da Marvel. E essa característica de fazer sucesso pelas beiradas da fama já foi tão perigosa para o personagem quanto suas corridas pelas bordas dos prédios.

Criado por Stan Lee e Bill Everett em 1964, o personagem teve uma constante troca de equipes criativas durante a existência de sua própria revista, em uma tentativa de emplacá-lo perante o público. Conseguiu, sim, sobreviver por muitos anos dessa forma, mas foi só com o trabalho do escritor e desenhista Frank Miller, no início da década de 80, que o personagem escapou de vez do risco de ter sua revista cancelada. Com isso, tornou-se cultuado por público e crítica, ainda que não fosse tão conhecido do grande público (como o Homem-Aranha, por exemplo).

A pouca exposição em outras mídias que não a dos quadrinhos, fez com que esse sucesso estrondoso fosse um tanto quanto contido por décadas, ainda que a bolha de fãs inchasse cada vez mais entre os leitores. O filme com Ben Affleck no papel do herói, em 2003, ajudou pouco no sentido de expandir seu nome. Já com a série de 2013, isso mudou definitivamente seu status... ainda que carregue um pouco da aura cult de sempre, já que os fãs oriundos da série estão começando a conhecer obras atuais e passadas, que apresentam diversas ótimas fases na carreira do defensor da Cozinha do Inferno.

E a Sala de Perigo presta seu serviço para aqueles que queiram conhecer as ótimas histórias do Demolidor em suas mais diversas fases, com uma seleção especial de revistas onde ele mostra do que é capaz. Para visitar, basta clicar aqui.

CAPITÃO AMÉRICA

E logo mais, às 15:45 de hoje, a Rede Globo reapresenta o filme Capitão América, O Primeiro Vingador para acompanhar sua macarronada de Domingo (ou "curtir" aquela "tristeza" que ela traz). Para quem conhece, vale a pena rever a origem do personagem na telona, agora na telinha. E para você que não conhece... boa oportunidade. Para todos, uma boa dica para a sobremesa é, logo em seguida, ainda no clima do filme, dar um pulinho na Sala de Perigo e pegar sua revista do herói. Temos várias opções e excelentes condições de pagamento. Quer um pedaço? Prove clicando aqui.

sábado, 12 de novembro de 2016

ARQUEIRO VERDE

E a quinta temporada da série Arrow trará um adversário para o herói que é um personagem cult de quem conhece o Universo DC de décadas atrás: trata-se do anti-herói Vigilante, identidade secreta do promotor Adrian Chase.
O personagem foi criado em 1983, por Marv Wolfman e George Pérez, para um anual da revista dos Novos Titãs. Sua origem mostra que o promotor decide adotar técnicas "fora da lei" para combater criminosos depois que sua família foi morta. Como promotor, ele esteve do lado em que viu de perto a lei falhar. Como Vigilante ele pode aplicar seu próprio sistema de vingança. E, sim, é bem parecido com um famoso personagem da Marvel, o Justiceiro. Mas, ainda assim, o Vigilante era "menos violento" que Frank Castle. Isso mudaria gradualmente depois que Alan Moore (sim, ele mesmo) escrevesse duas edições da revista. Não que o que ocorreria depois fosse culpa de Moore, mas a verdade é o Vigilante iria entrar em uma espiral de questionamento interior sobre seus próprios atos, levando-o a falhas e um senso de remorso que o fariam entrar para história de forma trágica, já que, no final, o herói comete suicídio.
Além do Vigilante, outra novidade na série é um novo vilão para essa temporada. Não que seja notório no mundo dos quadrinhos, mas será interpretado por um inusitado ator: Dolph Lundgren, um dos "brucutus dos anos 80/90", famoso por personagem como Ivan Drago (em Rocky IV), He-Man, ser o primeiro a interpretar o Justiceiro em um filme (que coincidência, não?) e, assim como seus outros amigos brucutuleantes, teve sua carreira reacendida pela franquia Os Mercenários. O Vigilante será interpretado pelo ator Josh Segarra. Mas, JUSTIÇA seja feita (é... fiz de propósito), Lundgren daria um perfeito Adrian Chase.
Enfim, com tantas novidades da série do nosso conhecido Arqueiro Verde, que tal uma seleção de revistas com as aventuras do herói? Na Sala de Perigo, você encontra um verdadeiro arsenal de títulos que vão atingir sua coleção em cheio. Voe como uma flecha e pegue a sua clicando aqui.

sábado, 5 de novembro de 2016

MULHER-MARAVILHA

A Mulher-Maravilha é um dos pilares do universo de heróis da DC Comics, pra não dizer que é um dos pilares do próprio gênero de super-heróis. Faz parte da tríade básica de personagens desse gênero, sendo que os outros dois são Superman (representando o herói), Batman (representando o anti-herói) e ela representando a heroína (em um paralelo curioso de igualdade, uma anti-heroína básica poderia até mesmo ser a Mulher-Gato, apesar de ser tratada como vilã).
Com tal importância, também é uma das fundadoras da Liga da Justiça. Suas origens remetem a mitologia grega, sendo ela também a princesa das amazonas da fictícia Themyscira. O envolvimento da personagem com a mitologia é tamanho, que ela é considerada uma semideusa (como Hércules, por exemplo).
Seu nome, Diana, já era utilizado enquanto realeza de Themyscira. Mas, ao aventurar-se no "mundo dos homens", a heroína adotou uma identidade secreta que era uma espécie de brincadeira com isso: Diana Prince.
E na Sala de Perigo, revistas onde a Mulher-Maravilha não só vive suas aventuras no "mundo dos homens", como também nas revistas deles. Superman, Liga da Justiça e muitas outras, sempre contavam com o toque feminino e de força da princesa da Ilha Paraíso. Maravilhe-se também, clicando aqui.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

ESQUADRÃO SUICIDA

O Esquadrão Suicida que todos conhecem hoje (ainda mais depois da versão cinematográfica sendo apresentada ao público recentemente) tem como "gancho" de marketing a personagem Arlequina, atual personagem de sucesso da DC Comics. Ainda se mantém a ideia de reunir vilões que trabalham para o governo (que por vezes se mostra tão vilão quanto) em troca da redução de suas penas. Essa ideia surgiu no final da década de 80, quando o escritor John Ostrander apresentou o grupo na minissérie/evento Lendas, porta de entrada para que o grupo tivesse sua própria revista mensal.

Na verdade, aproveitando um período em que a DC Comics estava começando a apresentar seus personagens com origens renovadas (após o evento Crise nas Infinitas Terras, que havia apagado todo o passado dos mesmos), Ostrander reimaginou o Esquadrão Suicida utilizando praticamente só o nome do mesmo grupo que foi criado em 1959, por Robert Kanigher e Ross Andru. A premissa era parecida, mostrando criminosos agindo de forma correta, porém se tratava de um quadrinho mais voltado para o gênero de guerra do que para super-heróis. Apesar de uma curta vida nos quadrinhos (tiveram apenas seis histórias) logo suas aventuras abraçaram o gênero da ficção científica.

Ostrander manteve a fórmula de usar criminosos, só que desta vez usou "supercriminosos". Vilões menores da DC Comics que o público reconheceria. Para tom da série (que durou cinco anos e meio), o escritor preferiu não ir na mesma direção fantasiosa que a versão da Era de Prata. O cenário para as aventuras (literalmente suicidas) do grupo era mais voltado para a espionagem, fortemente influenciado pelo quadro político da época (auge e dias finais da Guerra Fria). E o nome do grupo muito honrava seu significado, dando certo suspense ao leitor, já que não era possível prever quem iria morrer na próxima edição. Personagens principais realmente se sacrificavam enquanto outros surpreendentemente se destacavam no gosto do público e ganhavam um novo foco (caso do Pistoleiro).

E o clima está um tanto pesado hoje na Sala de Perigo, com um grupo que parece mal-encarado mas... merece (e muito) sua atenção para conhecê-los. Muitas dessas histórias da versão Ostrander do Esquadrão foram publicadas na revista Liga da Justiça, da Editora Abril, e estão disponibilizadas na Sala e vale a pena se embrenhar em suas missões. Clique aqui primeiro e pergunte depois.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

DARTH VADER

Não é novidade que vilões, na maioria das vezes, se tornam mais icônicos que os heróis. Mas Darth Vader, da franquia Star Wars, parece catapultar essa regra até... bem... até as estrelas!

Criado por George Lucas no final da década de 70, Vader evolui do papel de vilão para mostrar ares de tragédia que o levaram para o lado negro da Força. Tragédia essa que praticamente se torna o eixo para a mitologia dos mais importantes personagens da franquia.

Nos quadrinhos que abordam o universo de Star Wars isso parece ainda se tornar mais evidente. Não só muitas histórias exploravam mais sobre o modo de pensar de Darth Vader (talvez mais passional do que se possa parecer), mostrando-o no papel de protagonista das tramas, como ele até mesmo já teve revista própria. Prova mais que suficiente para exemplificar a popularidade que o personagem tem entre os fãs. E o visual de Vader, que remete aos antigos samurais e suas armaduras, chega a casar bem com o formato dos quadrinhos. Verdade seja dita, quando se fala em Star Wars, é a figura de Darth Vader que vem primeiro à memória. Mais do que um vilão (anti-herói para alguns), Darth Vader se tornou o ícone de um universo inteiro.

E a Sala de Perigo presta seu respeito à Darth Vader, mesmo porque se fossemos contrários a isso... sei lá... chega a dar um nó na garganta... que vai apertando, apertando, apertando... Portanto, clique aqui venha você também com seu sabre de luz e conheça os quadrinhos de Star Wars em nosso acervo... em uma Sala não tão distante assim.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

GOTHAM

Gotham City é uma cidade que parece sempre estar imersa na mais tardia hora da madrugada, quando poucos e infortunados habitantes ainda perambulam por suas ruas escuras. Infortunados... ou não tão nobres. Uma escuridão tão densa que parece um ser vivo que não pode ser combatido. E realmente não pode. Por isso, seu principal paladino decidiu, ao invés de combatê-la... usá-la a seu favor. Talvez domá-la, como dirão alguns. Batman viu na escuridão não uma desvantagem, mas uma aliada em sua cruzada contra o crime.

A cidade é tão famosa por seu clima sombrio, por vezes enevoada (apesar de sequer precisar de névoas para deixá-la assim), que até mesmo célebres "monstros" da sociedade viram um segundo refúgio em suas vielas. É o caso de Jack, o famoso estripador de Londres, que encontrou um ambiente perfeito para agir no especial Um Conto de Batman - Gotham 1889. O exercício de imaginação, ambientando o universo de Batman a mesma época do Estripador, foi escrito por Brian Augustyn e desenhada por Mike Mignola.

E na Sala de Perigo hoje preferimos deixar tudo mais sombrio e sob as luzes de lampiões. Mas não tenham medo. Apesar da escuridão, sua loja favorita está protegida pelos Vigilantes de Gotham. Porque aqueles que ousariam se beneficiar das trevas para causar algum mal, assim não o vão fazer, pois é explícito o aviso que lhes é murmurado (e como lembraria bem Marcelo Nova, no Camisa de Vênus): "Cuidado! Há um morcego na entrada principal!" Pegue sua lanterna e nos acompanhe, clicando neste link.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

PANTERA NEGRA

Pantera Negra fez sua estreia nos cinemas participando do filme Capitão América: Guerra Civil e ficando, até certo ponto, a margem do conflito ideológico do roteiro. Seu foco, na verdade, era vingar a morte de seu pai.

Na versão dos quadrinhos para Guerra Civil, o Pantera também estava um tanto que na margem do conflito, só que por outro motivo histórico: seu casamento com a x-man Tempestade. Diferente do filme, nos quadrinhos seu papel no conflito foi até mesmo no sentido de apaziguar os ânimos.

Apresentada em um arco de histórias escritas por Reginald Hudlin e desenhadas por Scot Eaton, em 2006, já se esperava uma saia justa durante as festividades do casamento, uma vez que Capitão América e Homem de Ferro, as duas pontas do conflito de ideias, estariam presentes. Tchalla, no entanto, aproveitou a ocasião para uma reunião com os dois... ao mesmo tempo. E o tempo fechou (sem precisar da Tempestade). Os ânimos estavam tão exaltados que o Capitão e Homem de Ferro abandonaram a cerimônia devido a suas diferenças, só não entrando em um embate mais físico por estarem em Wakanda, solo africano (e o imbróglio político de Guerra Civil se limitava aos Estados Unidos).

Enfim, o show precisava continuar (e que casamento não tem suas saias justas, né?) e a cerimônia se tornou uma das mais belas já apresentadas nos quadrinhos. A Marvel promoveu tanto o evento que até mesmo uma figurinista do "mundo real" foi consultada sobre como seria vestido de Ororo. Shawn Dudley, vencedora do prêmio Emmy em sua categoria, criou a vestimenta da mutante. Porém... não a versão apresentada pela Marvel não foi a versão literal, já que sofreu algumas alterações. O que eu havia dito sobre saias justas em casamentos mesmo?

No Brasil, a história do Casamento do Pantera Negra e Tempestade foi publicada na revista Marvel Action, pela Panini Comics, e você acaba de receber um convite para a cerimônia. Calma, que ainda dá tempo de comparecer sim. Aqui na Sala, o tempo é muito mais relativo do que imagina. Dá até tempo de, entre um quitute e outro, adquirir essas edições para sua coleção. Clique aqui para participar da cerimônia. Contamos com a sua presença!

terça-feira, 25 de outubro de 2016

DOUTOR ESTRANHO E OS MARVEL KNIGHTS

O Doutor Estranho leva bem ao pé da letra seu codinome dentro do Universo Marvel. Quando os heróis encontram um problema que está além de suas capacidades, mesmo em se tratando de um grupo, é a ele que recorrem para encontrar uma solução.

Isso aconteceu, por exemplo, quando os heróis que ficaram sendo conhecidos pelos leitores como Marvel Knights precisaram encontrar Manto, parceiro da heroína Adaga. "Grupo" na verdade é um modo de dizer, já que reunia heróis que, na época, estavam em segundo escalão na Marvel: a própria Adaga, Cavaleiro da Lua, Shang-Chi - o Mestre do Kung Fu e Viúva Negra. Eram, de certa forma, liderados pelo herói que estava um grau acima na popularidade em relação aos demais: o Demolidor. De certa forma, lembra o conceito que será utilizado na nova série Defensores, da Netflix.

Apesar de parecer mais uma "raspa do tacho" da Marvel dos anos 2000, os Marvel Knights (nome do selo e da revista no Brasil, já que nem eles se deram um nome) tinha histórias interessantes escritas por Chuck Dixon e desenhadas por Eduardo Barreto, com capas de Joe Quesada, que despontava como o editor que revolucionou a Marvel, tirando-a do buraco empresarial que se encontrava e foi um dos criadores do termo Marvel Knights (que se tornou um selo onde eram apresentadas histórias levemente mais adultas do que os títulos mais tradicionais da Marvel, a exemplo do Demolidor, desenhada pelo mesmo Quesada).

Para completar o "caldo" das histórias desse grupo, tínhamos também o Justiceiro sendo caçado, já que o Demolidor queria resolver a antiga desavença com Frank Castle e heróis que participavam ocasionalmente das histórias, como Luke Cage e o já citado Doutor Estranho. Este último, aliás, era a prova de como o título era disfuncional até na linha que seguia, uma vez que, aparentemente, a proposta era reunir heróis urbanos mas, nem por isso, deixaram pra trás um problema de ordem mística... e nem de contar com o providencial auxílio do bom doutor.

A Panini chegou a publicar um título, no ano de 2002, chamado Marvel Knights, que apresentava as aventuras do grupo. E reunião de heróis, dos mais variados tipos, é algo que combina com a Sala de Perigo, onde você pode encontrar essa coleção, que durou seis edições, já disponíveis para figurar em sua coleção. Não espreitem! Façam como o Demolidor em relação ao Justiceiro! Entrem na Sala, clicando aqui... e capturem as suas novas revistas.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

HULK & WOLVERINE : SEIS HORAS

Wolverine e Hulk sempre tiveram uma... digamos... "amizade" um tanto conturbada. Sabe a regra de que quando dois heróis se encontram eles entram na porrada? Geralmente, o mal entendido é resolvido e se tornam bons amigos. Mas uma amizade com o Hulk não é lá uma das tarefas mais fáceis... e com Wolverine isso também tem lá seu grau de dificuldade.

Essa relação turbulenta vem desde o começo da história quando se conheceram até um possível fim. Isso porque Wolverine surgiu, na verdade, em uma aventura do Hulk, quando o gigante verde perambulava pelo Canadá e o herói foi designado para interceptá-lo. E na série conhecida como "O Velho Logan", onde é mostrado um Wolverine envelhecido em um Universo Marvel decadente, Hulk (e sua degenerada família) é mostrado como um cruel inimigo de longa data. Essa série, inclusive, dada as devidas adaptações na história, serve de base para o mais novo filme de Wolverine, chamado "Logan", que teve seu primeiro trailer apresentado com trilha de Johnny Cash (isso sim, bem o clima dos quadrinhos mesmo).

Outra série que aborda a amizade entre o gigante e o baixinho é "Seis Horas". Escrita por Bruce Jones e desenhada por Scott Kolins, é uma história no estilo sobrevivência na mata, onde ambos passam o tempo todo trocando ofensas e provocações enquanto tem que lidar com um psicopata mercenário, traficantes em fuga, um garoto envenenado e com algumas horas de vida e uma piloto de avião que tem que lidar com tudo isso. Ainda que o Hulk passe mais tempo na história como Bruce Banner, as farpas entre os dois heróis não são poucas. Literalmente até o último quadro.

E é bom abrir espaço na Sala de Perigo hoje, porque esses dois esquentados estão lá dentro. A série foi uma espécie de cobertura do hiato na revista mensal do Hulk nos Estados Unidos e aqui foi publicada em duas edições pela Panini, agora disponíveis para os caçadores de aventura como você. Nem peça licença, é melhor entrar de fininho e, cautelosamente, clicar aqui e começar a escolher os exemplares para sua coleção.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

SUPER-HOMEM ESPECIAL


O escritor e desenhista John Byrne é considerado o profissional de quadrinhos que melhor deu rumo para uma origem definitiva do Superman. Mesmo que muita coisa tenha mudado para o personagem, uma geração inteira de leitores considera a visão de Byrne como a oficial sobre o homem de aço.

Byrne não só trabalhou os novos conceitos do Superman em suas revistas. Cuidou também de caracterizar os coadjuvantes e os cenários citados em suas aventuras, dando uma passado coeso para cada um deles. Prova disso é o grupo de minisséries formado por "O Mundo de Krypton", "O Mundo de Metrópolis" e "O Mundo de Pequenópolis". Todas elas foram escritas por John Byrne, porém, não contam com sua arte. A primeira delas, por exemplo, é desenhada por Mike Mignola, que se tornaria futuramente o criador do personagem Hellboy. Nota: para quem estranha nome Pequenópolis, trata-se da hoje conhecida Smallville, nome original que se popularizou no Brasil depois da série televisiva homônima, repassando isso aos quadrinhos. Mas antes era Pequenópolis, por aqui...
A trilogia mostra detalhes do passado de cada um dos "lares" do Superman, bem como alguns "esqueletos no armário" de alguns de colegas e até mesmo dos seus pais (tanto os de criação, como os biológicos).

As minisséries desse universo foram publicadas por aqui pela Editora Abril na série Super-Homem Especial e agora tem um ponto em comum além do super-herói: todas estão disponíveis na Sala de Perigo, esperando que você as leve pra abrilhantar sua super coleção. Para a Sala e avante!

terça-feira, 18 de outubro de 2016

A SAGA DE TRIGON


A Saga de Trigon, como é conhecida no Brasil, mostra uma espécie de "até breve" do desenhista George Pérez das aventuras dos Novos Titãs. Acontece que Pérez, que fez fama na série em parceria com o escritor Marv Wolfman, iria começar a série Crise nas Infinitas Terras, que comemorava os 50 anos da DC Comics. Wolfman, no entanto, continuou escrevendo os Titãs... além de também ser o autor de Crise.

No arco, os Novos Titãs enfrentam novamente o demônio interdimensional chamado Trigon, que quer impor seu reinado de sadismo em nosso universo, assim como ele já o fez em diversos outros. Trigo é pai de uma integrante dos Titãs, Ravena e essa nova investida é feita de forma a dominar a heroína, fazendo com que ela assuma sua parcela demoníaca.

A arte de Pérez aqui assume um cenário sufocante, quase de terror mesmo. Não é exatamente uma arte "sombria" como muitas que conhecemos. Ainda tem o tom e o detalhismo de Pérez para o gênero de super-heróis. Mas é justamente esse detalhismo que trabalha em prol de um cenário que mais parece um pesadelo mundial.

Na Sala de Perigo, você encontra todas as cinco edições que fizeram parte dessa saga (curiosamente, ganhando o nome de Saga de Trigon apenas por aqui), além de boa parte da fase que Pérez trabalhou no título, o período de seu hiato e sua volta. Para chegar até essa Torre, passe pela Sala de Perigo!

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

A GUERRA DE LUZ E TREVAS

Ficção, fantasia e guerra. Elementos que estão na minissérie A Guerra de Luz e Trevas, escrita por Tom Veitch (conhecido por seus roteiros para os quadrinhos de Star Wars; não confundir como Rick Veitch, seu irmão, que é conhecido por roteiros com o Monstro do Pântano). Na Sala de Perigo acaba de chegar o encadernado dessa série cultuada que, com certeza, você vai querer batalhar para ter em sua coleção.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A BALADA DE HALO JONES

Pra quem curte a obra de Alan Moore, a Sala de Perigo traz mais uma obra do bardo dos quadrinhos. "A Balada de Halo Jones" é ficção científica de qualidade, com o roteiro sempre pensando nos detalhes para mostrar o mundo do amanhã e os com a arte de Ian Gibson (também conhecido por ter feito as histórias do Senhor Milagre, na época em que era publicado pela DC 2000). Mais uma aquisição no acervo da Sala em sua ala mais britânica.

domingo, 9 de outubro de 2016

Sabem aquela sensação boa quando chega uma encomenda com seus quadrinhos? Pois é justamente isso que a Sala de Perigo coloca em cada envelope/pacote ao enviar para seus clientes. E o fazemos porque conhecemos muito bem essa sensação boa de saber que seus heróis voam em cada um desses pedidos... pra você voar junto com eles depois. Essa sensação é algo que não dá pra colocar em palavras, por isso publicamos essa foto, enviada por um cliente satisfeito por ter enriquecido sua coleção conosco. Compartilhamos as aventuras dos heróis que tanto nos deram alegria e entretenimento... e, em troca, nossos clientes compartilham essa sensação. Sensação que está além de palavras, sensação que está além da imagem, sensação que está além do gibi... sensação que está na Sala de Perigo! Siga o caminho dessa aventura!

terça-feira, 27 de setembro de 2016

BRIAN MICHAEL BENDIS

Curiosidades sobre Brian Michael Bendis:

- Brian Michael Bendis já ganhou cinco Eisner Awards: em 1999, pelo reconhecimento de seu trabalho; em 2001 pela série Powers, juntamente com o desenhista Michael Avon Oeming; em 2002, como melhor escritor por Powers, Alias (a série que lançou Jessica Jones), Demolidor e Homem-Aranha Ultimate; em 2003 como melhor escritor por Power, Alias, Demolidor e Homem-Aranha Ultimate e pela melhor série com Demolidor, desenhada por Alex Maleev.

- Apesar de hoje ser um nome muito conhecido nos quadrinhos do gênero de super-heróis, Bendis iniciou sua carreira escrevendo quadrinhos de suspense policial e noir para editoras menores.

- Juntamente com Bill Jemas e Mark Millar, Bendis é chamado de "um dos arquitetos do Universo Ultimate da Marvel". Ficou responsável pelo principal título do selo, O Homem-Aranha Ultimate. Em parceria com o desenhista Mark Bagley (com quem trabalhou por 110 edições), Bendis estendeu a origem do herói, que foi apresentada pela primeira vez com 11 páginas, para 180 páginas, distribuídas em 7 edições. Também co-escreveu, juntamente com Mark Millar, as primeiras edições da versão Ultimate do Quarteto Fantástico.

- Na primeira leva de renovações dos títulos conhecidos como Nova Marvel, Bendis ficou responsável pela nova revista dos X-Men, onde trouxe para o presente, os jovens x-men da década de 60, focando principalmente no jovem Scott Summers, o Ciclope. Nessa fase, era comum o encontro dos mutantes com os Vingadores e com os Guardiões da Galáxia, que Bendis também chegou a escrever.

E hoje a Sala de Perigo também traz emoções do passado, em uma seleção especial com revistas onde estão os roteiros de Brian Michael Bendis. Na Sala de Perigo, você fará ótimas compras para sua coleção. Terá a atenção e o comprometimento com o cliente que você merece. Encontrará revistas perfeitamente conservadas e as receberá sempre muito bem embaladas. CLIQUE AQUI e salte para nossas ofertas.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

HOMEM-ARANHA

Curiosidades sobre o Homem-Aranha:

- Em 1978, o estúdio japonês Toei (que produziu séries como National Kid, Robô Gigante, Kamen Rider, Jaspion, Comando Estelar Flashman, Jiraya, entre outros) criou uma série para o Homem-Aranha, seguindo a linha dos tokusatsus, típicas produções onde o padrão é que, além dos vilões costumeiros, se enfrente monstros gigantes com robôs idem. Este Homem-Aranha não fugia do formato, pois tinha direito a um veículo, chamado Marveller, que se transformava em um enorme robô chamado... Leopardon!

- O fator da identidade secreta de todo super-heróis geralmente é usado para que o personagem proteja seus entes queridos de serem atacados por seus inimigos. Já o Homem-Aranha tem uma peculiar razão a ser adicionada: proteger-se contra a perseguição da polícia já que, principalmente graças aos ataques de difamação do editor do jornal Clarim Diário, J. Jonah Jameson, por mais atos heroicos que ele faça, é considerado uma ameaça para a população.

- A transformação que a Marvel causou na indústria de quadrinhos estava principalmente na característica de suas histórias, onde seus super-heróis tinham problemas do mundo real, por vezes mais preocupantes que seus respectivos vilões. O Homem-Aranha é um exemplo evidente disso, uma vez que as dramáticas reviravoltas na vida do jovem Peter Parker eram muito parecidas com os problemas enfrentados por todos os jovens em transição para a vida adulta (que, aliás, era a grande parcela de seu público leitor).

E hoje mostramos que a Sala de Perigo tem uma aranha no canto. Mas não é por falta de limpeza, já que é uma aranha amiga não só da Sala, mas de toda a vizinhança. A Sala de Perigo preza por sua excelência no atendimento ao colecionador, oferecendo revistas em perfeito estado de conservação, entregando-as sempre muito bem embaladas e com rapidez, sempre com toda a cordialidade que você merece. CLIQUE AQUI e embrenhe-se em nossa teia de revistas
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sábado, 24 de setembro de 2016

ALEX MALEEV

Curiosidades sobre Alex Maleev:

- O desenhista búlgaro Alex Maleev começou sua obra nas artes plásticas. Sua incursão aos quadrinhos aconteceu no início da década de 90 em revistas da Bulgária como Godan e Riko.

- Tem como grande parceiro o escritor Brian Michael Bendis, com o qual produziu a maioria das histórias do Demolidor escritas por ele entre 2001 e 2006. Essa fase do personagem foi muito elogiada pela crítica e público, premiando-os com o Eisner Awards em 2003 e sendo comparada pela IGN como a fase mais emblemática do Demolidor desde que Frank Miller catapultou seu sucesso na década de 80.

- Alex Maleev e Brian Michael Bendis ainda trabalharam em muitos outros títulos como Sam e Twitch (pela Image, em 2000 e 2001), Novos Vingadores (para a Marvel em 2006, 2007 e 2009), Poderosos Vingadores (em 2008), Mulher-Aranha (em 2009 e 2010), Halo (da série de video games, quadrinização para a Marvel, em 2007), Cavaleiro da Lua (em 2011 e 2012), International Iron Man (em 2016) e Scarlet (para a Icon Comics, em 2010).

E hoje convidamos a todos a visitarem a galeria de arte da Sala de Perigo, onde poderão vislumbrar as revistas com a arte de Alex Maleev que poderão fazer parte de sua fina coleção. Na Sala de Perigo, seu pedido chega com extrema pontualidade e, com certeza, iremos figurar entre suas futuras negociações. CLIQUE AQUI e abaixo e experimente!

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

BRUCE JONES

Curiosidades sobre Bruce Jones:

- O escritor iniciou sua carreira nos quadrinhos em Abril de 1971, em uma pequena história para a revista Web of Horror, da editora Major Publications. Na ocasião, não só escreveu como também desenhou a história. Ainda nesse início com histórias de terror, Bruce Jones chegou a escrever para as revistas Creepy e Eerie, da editora Warren Publishing, só que sob o pseudônimo de Philip Roland.

- Na década de 80, Bruce Jones escreveu para a Marvel, ainda em títulos que fugiam um pouco da vertente de super-heróis da editora. Além de histórias curtas em antologias de ficção científica, ficou responsável pela revista do Ka-Zar de 1981 a 1983, acompanhado pelos desenhistas Brent Anderson e Ron Frenz. Apesar de o personagem fazer parte do Universo Marvel de personagens, suas aventuras na selva fugiam um pouco do padrão e era ideal ao que Jones fazia até então. Durante esse período, também escreveu para a revista Conan, O Bárbaro, ainda na Marvel. Este, apesar de mais distante da cronologia dos super-heróis, era outro título bem ao estilo do escritor.

- Bruce Jones ficou responsável por uma premiada fase de histórias do Hulk entre 2001 e 2005. Nessa fase, levou o personagem a ser envolto em um clima de conspiração e até mesmo a enfrentar uma grave doença degenerativa. As histórias eram carregadas de suspense psicológico e intimista, a tal ponto que autores posteriores chegam a cogitar, para efeitos de cronologia, que tudo não passou de uma ilusão do Hulk.

E hoje a Sala de Perigo está envolta nas névoas da aventura com uma seleção especial de revistas com histórias de Bruce Jones. Visite que, além de se tornar cliente, ainda irá nos recomendar para quem, como você (e como nós!!!) também adora um bom quadrinho. CLIQUE AQUI e conheça esse seleção.

XEQUE-MATE

Curiosidades sobre o Xeque-Mate:

- O grupo Xeque-Mate é uma divisão da Força Tarefa X. Esse nome é familiar para quem conhece o Esquadrão Suicida, uma vez que o grupo, que ganhou sua versão cinematográfica recentemente, também é administrado como uma divisão da Força Tarefa X.

- O Xeque-Mate (Checkmate, no original) surgiu na revista Action Comics 598, em março de 1988, em uma história escrita por Paul Kupperberg e desenhada por John Byrne. Na verdade, o grupo teve como criador Kupperberg, já que Byrne fazia sucesso na época com as histórias do Superman, publicadas na Action Comics, e serviu de trampolim para apresentar os personagens, que ganharam sua própria revista logo em seguida, desenhadas por Steve Erwin (que teve mais participação na criação do visual dos agentes do grupo).

- A primeira série do Xeque-Mate durou 33 edições, de 1988 a 1991, todas escritas por seu criador, Paul Kupperberg. Nessa fase, as aventuras giravam em torno das missões dos agentes do grupo, que tinha denominações/cargos com nomes de peças de xadrez. Os agentes de campo, com sua característica vestimenta, eram chamados de cavalos. Já a segunda série, escrita em sua maioria por Greg Rucka, surgiu após a saga Projeto Omac (que precedeu outra saga, chamada Crise Infinita), reformulou a estrutura do Xeque-Mate e até mesmo utilizava conhecidos super-heróis como seus novos agentes.

E hoje a Sala de Perigo tem uma missão super-secreta pra você: descobrir uma incrível seleção de revistas com histórias dos agentes especiais do Xeque-Mate! Na Sala de Perigo você encontra revistas de primeira qualidade e com uma entrega super rápida! CLIQUE AQUI e descubra cada detalhe de como equipar sua coleção!

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

GREG CAPULLO

Curiosidades sobre Greg Capullo:

- Além de seus trabalhos com quadrinhos, Greg Capullo também é conhecido pela arte do álbum de bandas como Iced Earth (The Dark Saga, de 1996, que foi inspirado, inclusive, em Spawn; e Something Wicked This Way Comes, de 1998), Korn (Follow the Leader, de 1998) e Disturbed (Ten Thousand Fists, de 2005).

- Começou a desenhar precocemente. Ele costuma se lembrar do primeiro Batman que fez... com apenas 4 anos de idade. E praticamente continuou como um autêntico fã do Batman, tendo em Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, seu quadrinho preferido. E deve ter realizado um grande sonho de fã, já que evoluiu o bastante para, décadas depois, se tornar um dos mais elogiados desenhistas do homem-morcego, na fase Novos 52, escrita por Scott Snyder.

- Segundo Greg Capullo, suas maiores influências artísticas são John Buscema (Vingadores, Conan, Quarteto Fantástico, Surfista Prateado, Tarzan, Thor), Neal Adams (Batman, O Bravo e o Audaz, Lanterna Verde e Arqueiro Verde, Desafiador, X-Men), Gene Colan (Demolidor, Doutor Estranho, Howard - o pato, A Tumba de Drácula) e Gil Kane (Lanterna Verde, Elektron, Homem-Aranha e Punho de Ferro).

- A arte de Greg Capullo ganhou ainda mais fama quando ele começou a desenhar as histórias do personagem Spawn, mostrando-se um substituto perfeito para o desenhista anterior (e criador do personagem), Todd McFarlane. A dupla, inclusive, trabalha em equipe até mesmo em projetos fora os quadrinhos, como as já citadas capas para álbuns de bandas, animações e design de bonecos.

E hoje a Sala de Perigo pode até parecer que está com um vazamento mas... não se preocupe! Vista sua bota e venha desbravar pela densa arte de Capullo, que parece escorrer talento e aquele climão de suspense. Na Sala de Perigo você encontra a confiança de uma boa e segura compra, além de ser surpreendido com a rapidez com a qual receberá as revistas para manter sua coleção. CLIQUE AQUI e desbrave nosso acervo.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

MARV WOLFMAN

Curiosidades sobre o Marv Wolfman:

- O verdadeiro nome de Marv Wolfman, escritor nova-iorquino que nasceu em 13 de Maio de 1946, é Marvin Arthur Wolfman.

- Marv Wolfman foi editor das revistas em branco e preto da Marvel em 1974 e 1975 e das demais revistas da editora até 1976.

- A revista Tumba de Drácula, que inseriu Drácula no Universo Marvel em Abril de 1972, no início dividiu suas histórias entre escritores como Gerry Conway, Archie Goodwin e Gardner Fox. Mas foi só na sétima edição que ela encontrou em Marv Wolfman seu escritor definitivo. O próprio Wolfman não imaginava o sucesso que faria na revista e diz que só encontrou o rumo do que pretendia fazer no título seis meses depois de sua estreia. A parceria com o desenhista Gene Colan no título era mais dinâmica do que o "modo Marvel" de se fazer roteiros (onde o escritor apresenta a ideia, o desenhista desenvolve as páginas a partir dela e, com as páginas prontas, o escritor - ou mesmo um segundo roteirista - complementa com os diálogos). Na verdade, Wolfman e Colan conversavam bastante para o desenvolvimento das tramas até chegarem a um consenso colaborativo/criativo.

- Outra famosa parceria de Wolfman aconteceu com o desenhista George Pérez. A dupla produziu uma aclamada e famosa fase junto aos Novos Titãs (que, dentro da DC, rivalizava com os X-Men da Marvel, quando o grupo estava no auge e era produzido por Chris Claremont e John Byrne). Tal sucesso também os levou a produzir uma das mais importantes minisséries da editora, Crise nas Infinitas Terras. Quando Wolfman escreveu a saga Batman Ano 3, que desenvolvia o passado de Dick Grayson pós-Crise, a história se acontecia na revista do Batman que era desenhada por Pat Broderick. E na saga Um Lugar Para Morrer, espécie de continuação de Ano 3, apresentando o personagem Timothy Drake, que assumiria o manto de novo Robin, a história era apresentada na revista do Batman (desenhada por Jim Aparo) e dos Novos Titãs (desenhada por Tom Grummett). Em todos esses casos, a parceria e amizade de Wolfman e Pérez estava presente, já que o desenhista foi responsável pelas capas de ambas as sagas.

E hoje a Sala de Perigo faz homenagem a esse grande amigo de seus parceiros desenhistas (e mostra que também é uma loja parceira de seus clientes) com uma seleção especial de revistas com roteiros de Marv Wolfman. Na Sala de Perigo, sua revistas chegam muito rápido até suas mãos, embaladas de forma a manter o excelente estado de conservação de cada uma delas e você tem toda a atenção e orientação para aumentar ainda mais sua coleção. CLIQUE AQUI e Descubra-nos!