terça-feira, 23 de agosto de 2016

X-MEN

Os X-Men são um grupo formado por mutantes, seres que possuem um traço genético que permite com que desenvolvam poderes e habilidades sobre-humanas. Em sua grande maioria, os mutantes são mostrados como humanos que herdadram essas mutações. Vale lembrar que, quando elas se desenvolvem, nem sempre mantém a forma humanóide. No Universo Marvel há personagens que também sofreram mutações, só que de forma artificial (a exemplo de Hulk ou Homem-Aranha). Mas são considerados mutantes os indivíduos que já nasceram com suas respectivas mutações. Excetuando-se por deformações ocorridas já no nascimento, muitos deles apresentam características normais, vindo a demonstrar suas habilidades, poderes e, por vezes forma apenas na puberdade.

A raça mutante foi rotulada como Homo Sapiens Superior, ou simplesmente Homo Superior, trazendo a polêmica se são o próximo passo evolutivo dos Homo Sapiens ou se são apenas "defeitos" genéticos. O preconceito inflingido contra os mutantes, além de questionar essa "superioridade", está ligado ao medo que vai além de seus próprios poderes serem um tanto assombrosos. Na verdade, certos estudiosos os apresentam como uma ameaça, uma vez que, se realmente forem o próximo passo evolutivo, pode significar que estejam ameaçando os humanos, levando-os à extinção (já que vieram para substituí-los). A temática das histórias dos X-Men é justamente minimizar ou combater (dependendo da gravidade da situação) esse racismo que existe contra sua raça. O Professor Xavier, mentor dos X-Men, é um ativista que luta para minimizar esse sentimento, sem que haja um conflito racial.

E hoje vamos mostrar que a Sala de Perigo é um local que abriga humanos e mutantes, sem nenhuma distinção. Por isso fizemos essa seleção especial com nossas ofertas de revistas com os X-Men. E, mutante ou não, nem precisa se preocupar em usar poderes para ir até lá. CLIQUE AQUI e entre na sua Sala preferida, com uma seleção pra lá de superior!

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

PAUL NEARY

O desenhista, escritor e editor britânico Paul Neary começou sua carreira no que parece ser o caminho inverso dos profissinais de sua área. Ou seja, antes mesmo de publicar em sua terra natal, seu primeiro trabalho apareceu em uma editora americana, a Warren Publishing, mais especificamente para a revista de coletâneas de histórias de terror Eerie, em 1972. Apenas no final da década de 70 viria a trabalhar em solo britânico... só que pra Marvel UK, a subsidiária inglesa da americana (de novo) Marvel, vindo a ser editor. Aliás, foi editor da casa até o seu fechamento, em 1995 (quando a Panini Comics assumiu o lugar da mesma).

Mas, na década de 80, Paul Neary também trabalhou mais próximo aos seus conterrâneos, mais especificamente para a revista 2000 AD, berço de muitos talentos da terra da Rainha, principalmente desenhando história para um jovem Alan Moore.

Na Marvel (a americana mesmo, porque o bom Neary à casa torna), ficou conhecido por sua fase desenhando o Capitão América, pela minssérie Nick Fury versus SHIELD e como artefinalista de Os Supremos.

E prestando um serviço secreto para Sua Majestade, hoje a Sala de Perigo infiltra-se em solo americanizado desse verdadeiro adido dos quadrinhos. CLIQUE AQUI e atravesse a barreira das boas ofertas pra você degustar sua coleção acompanhado de um bom chá.

domingo, 21 de agosto de 2016

KIERON GILLEN

O britânico Kieron Gillen é conhecido por escrever histórias do Homem de Ferro e dos Jovens Vingadores. Mas o escritor já exerceu as profissões de jornalista (na área de música e na de jogos para computador, do qual é um reconhecido entusiasta).

O contato com a área musical, influenciou seu trabalho autoral para a Image, chamado Phonogram, publicado em 2007, com desenhos de Jamie McKelvie (que foi seu parceiro em Jovens Vingadores). As histórias misturam magia e... britpop. Inclusive, cada uma delas é influenciada por álbuns de bandas como Elastica, Black Grape, Oasis, Blur, Suede, Manic Street Preacher, Pulp, entre outras.

Também com o desenhista James McKelvie e pela editora Image, Kieron Gillen publicou a série The Wicked + The Divine, onde novamente explorou o lado místico da música pop. Aqui, a protagonista, Laura, interage com um grupo de pessoas que são encarnações de divindades mas que irão morrer dentro de dois anos. Nesse trabalho, Gillen explorou o tema de vida e morte, inspirado por um momento difícil de sua vida pessoal, quando seu pai foi diagnosticado com câncer terminal.

O tema de misticismo e mitologia também foi visitado quando o escritor ficou responsável por um personagem da Marvel: Thor.

E hoje, o som na caixa está em alta na Sala de Perigo, com uma seleção especial de revistas com o trabalho de Kieron Gillen. CLIQUE AQUI e seja levado para sua Sala preferida.

sábado, 20 de agosto de 2016

SUPERMAN

A origem do Superman, na qual é mostrada quando ele veio para a Terra e iniciou sua carreira como super-herói, já teve várias revisões nas décadas em que foi mostrada nos quadrinhos, televisão, cinema e até no rádio.

Na Era de Ouro, os criadores do personagem, Jerry Siegel e Joe Shuster, foram desenvolvendo aos poucos essa origem, bem como a relação do personagem principal com os coadjuvantes de suas histórias. No entanto, naquela época não havia preocupação com a continuidade e muitos dos fatos acabavam sendo contraditórios. Na várias adaptações pelas quais passou, a origem teve pequenos retoques com detalhes que se adaptavam conforme sua audiência e época. Como oficial mesmo, são os quadrinhos do qual ele se originou.

Ainda que os quadrinhos tragam o fio condutor da origem do Superman, até neles as revisões são comuns e até mesmo anulam detalhes contados anteriomente. Em 1985, com o evento Crise nas Infinitas Terras, a DC viu a oportunidade de remodelar seus personagens e a origem do herói foi contada pelo escritor e desenhista John Byrne, no ano seguinte, com a minissérie, O Homem de Aço. Mas essa versão (que marcou gerações e foi considerada definitiva por muito tempo) foi revista pelo escritor Mark Waid e o desenhista Leinil Francis Yu com a série O Legado das Estrelas, em 2003. Claro, não seria a última vez que uma revisão da origem do herói daria as caras. Em 2009, o escritor Geoff Johns e o desenhista Gary Frank trariam a série Origem Secreta, que reconta a história do Superman, tornando-a até mais próxima do que o personagem era mostrado antes da Crise nas Infinitas Terras. Outra revisão ainda viria e, com certeza, outras ainda virão... mantendo viva a mitologia principal do personagem, que atravessa as décadas adaptando-se conforme suas gerações de fãs.

Mas um ponto em comum (ainda que levemente diferente em pequenos detalhes), é o fato de que a identidade secreta do Superman continua sendo o atrapalhado Clark Kent. Muitas foram as versões e abordagens, mostrando-o desde acovardado até mais pró-ativo (e até casou-se com a eterna Lois Lane). Sempre mantendo aquele ar meio sonso... afinal, por trás de seus óculos havia um grande segredo a ser mantido.

Muitas origens para um mesmo herói. E muitas revistas com a visão particular de diversos autores. É isso o que você vai ver hoje na sua visita diária à Sala de Perigo. CLIQUE AQUI e conheça essa seleção especial!

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

GEORGE PÉREZ

O escritor e desenhista americano George Pérez sempre chamou a atenção para sua arte detalhista onde é comum conter vários personagens em uma só história. Pra não dizer uma só página. Pra não dizer em uma só cena! Entre seus trabalhos estão a arte (em diversas fases) dos Vingadores.

Mas sua popularidade alcançaria o auge no período em que desenhou os Novos Titãs, então escritos por Marv Wolfman. A dupla introduziu o grupo dos Titãs na revista DC Comics Presents 26, em Novembro de 1980, trazendo Robin, Moça-Maravilha e Kid Flash (respectivamente parceiros de Batman, Mulher-Maravilha e Flash).  Reintroduziram o personagem Mutano (ou Rapaz-Fera), que tinha ligações com outro grupo, a Patrulha do Destino. Mas também deram sentido ao título de NOVOS Titãs, apresentando personagens inéditos como Cyborg, Estelar e Ravena. Estes três novos personagens, mais Mutano,  ganhariam suas origens contadas pela dupla de criadores na mini-série Tales of the New Titans. Apesar de Wolfman escrever as histórias, era um trabalho conjunto. Houve vezes, inclusive, em que o escritor desenvolvia as histórias em cima de ideias do próprio Pérez.

Em 1985, houve um pequeno hiato em sua contribuição com a revista dos Titãs para que ele desenhasse a saga Crise Nas Infinitas Terras (ainda em contribuição com Wolfman), comemorando os 50 anos da DC Comics e reformulando todo o universo de personagens da editora. Após a série, Pérez retornou aos Titãs durante um curto período, quando recontou a origem da Moça-Maravilha, agora chamada de Tróia, uma vez que a interligação da personagem com a Mulher-Maravilha sofreu drásticas mudanças, já que Crise recontou a história de seus personagens.

Em 1996, um grupo totalmente diferente de Titãs foi escrito e desenhado por Dan Jurgens. Curiosamente, Pérez artefinalizou a arte de Jurgens durante as quinze primeiras edições.

O desenho animado dos Novos Titãs, veiculado pela Cartoon Network, utilizou vários elementos criados na fase em que Pérez desenhou a revista, inclusive sagas inteiras como "Contrato de Judas" e "Terror de Trigon".

E hoje você vai entrar na Sala de Perigo com olhos de águia, pra procurar cada detalhinho da arte incrível de Pérez em uma seleção de revistas com sua obra. CLIQUE AQUI e descubra qua a única Crise que tem na Sala... é a desenhada por Pérez.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

ED BRUBAKER

Ed Brubaker é conhecido hoje como um escritor de renome nos quadrinhos. Mas ele também tem o dom do traço! Sua obra de estréia, Lowlife, era um trabalho autoral onde ele não só escreveu como também desenhou. Publicada pela Slave Labor Graphics e, posteriormente, pela Caliber Comics, segundo o próprio Brubaker é um quadrinho independente onde boa parte do material é autobiográfico. Ainda assim, trazia já traços do que mostraria em seus trabalhos feitos para o grande público, abordando relações familiares e pessoais, além do passado que sempre persegue seus personagens.

E o negócio do "passado que te persegue e te condena" ele levou bem ao pé da letra quando de sua longa fase escrevendo o Capitão América. Afinal, foi ele quem trouxe um personagem até então intocado do passado do herói: Bucky, parceiro do Capitão América durante a Segunda Guerra Mundial, que ressurgiu na forma do Soldado Invernal.

Na Sala de Perigo você encontrará uma seleção especial com trabalhos de Ed Brubaker que abordam uma boa dose de suspense (como citado em Capitão América) bem como seu talento para histórias mais criminais (como em Batman). Para ver a seleção, basta CLICAR AQUI antes que o Capitão jogue o escudo!!!!

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

VINGADORES

Os Vingadores foram originalmente formados pelos principais heróis da Marvel Comics da década de 60. Desde então, a editora publicou uma série de títulos do grupo (além de sua revista mensal) que contou com mini-séries, especiais e anuais, passando por diversas formações, que vão desde eventos como Heróis Renascem (onde os heróis foram dados como mortos mas, na verdade, foram remodelados em um universo compacto) até mesmo certa mescla entre os já tradicionais integrantes com mutantes dos X-Men, na revista Fabulosos Vingadores.

A primeira revista dos Vingadores foi publicada pela primeira vez em Setembro de 1963 e, desde então, passou por diversos volumes. O primeiro trouxe a revista que era bimestral até a sexta edição, passando em seguida a ser mensal e durando 402 edições (sendo a última, desse volume, publicado em setembro de 1996). Com o evento Heróis Renascem, Os Vingadores ganhariam um novo número 1 no que é chamado de Volume 2. Porém, essa fase durou apenas 13 edições. Quando do término da saga, os heróis retornaram parao Universo Marvel tradicional em sua nova revista, iniciando o Volume 3.

A ideia de "volumes" ainda iria zerar a numeração da revista dos heróis em outras oportunidades. O Volume 4 surgiu em Julho de 2010 e o Volume 5 em Fevereiro de 2013. Depois das Guerras Secretas (a segunda saga com esse nome dentro da editora), os Vingadores retornaram com a revista All-New, All-Different Avengers.

Mas por falar em muitos heróis, muitos volumes, muitas revistas... que tal uma seleção especial de revistas com Os Vingadores? Na Sala de Perigo tem! CLIQUE AQUI para ter passe livre acesso dentro da Sala que, de tão grande, parece até a sala de uma certa Mansão...

terça-feira, 16 de agosto de 2016

GREG CAPULLO

Greg Capullo publicou seu quadrinho autoral, chamado The Creech, pela Image Comics. A história gira em torno do engenheiro genético Dr. Pashu Battu, que faz experimentos com fetos abortados para uma organização conhecida apenas como A Agência. Quando Battu nota que seus empregadores pretendem usar a nova criatura (apelidada de The Creech) como arma, ele sabota o projeto e a liberta.

Com elementos de ficção científica e terror, a história foi concebida como uma minissérie em três partes, em 1997, sendo seguida por uma segunda minissérie, também em três parte, em 2001. O traço de Capullo, que desenhou por anos o personagem Spawn (que também vem da vertente de terror) dá o tom exato dessa obra, a qual também escreveu. The Creech é inédito no Brasil.

Mas para você que não tem medo de nada e que comprovar o traço de Capullo, a Sala de Perigo oferece uma seleção especial com revistas que contém sua arte... em cada pedaço! Clique aqui e encare se for capaz!

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

MARK WAID

Mark Waid, escritor premiado com o Eisner Award, escreveu a revista do Flash por oito anos (de 1992 a 2000), em uma fase aclamada pelo público e crítica. Nela, resgatou alguns aspectos da mitologia do personagem, já que a encarnação do herói que escreveu se referia a Wally West, sobrinho de Barry Allen, o Flash anterior. Um ponto marcante é o foco na ficção científica, que era o principal gênero explorado nos quadrinhos de super-heróis quando da Era de Prata. Além desses aspectos, também resgatou e atualizou muitos dos bizarros inimigos do herói. Com isso, Waid tirou Wally de ser uma mera "versão" do herói encarnado por Barry e até mesmo por Jay Garrick, o Flash da Era de Ouro. Além disso, assim como Wally foi parceiro de Barry (quando usava a identidade de Kid Flash), o escritor também criou uma versão "mirim" do corredor criando, com Mike Wieringo em 1994, o personagem Impulso. Nessa fase também, Wally West se casou com a repórter Linda Park, em 1998.

Além de Flash, Waid também fez sucesso na DC como escritor da série O Reino do Amanhã, Superman: O Legado das Estrelas, Liga da Justiça, entre outros. Na Marvel, Waid é reconhecido por seu trabalho com Capitão América, Demolidor e Quarteto Fantástico.

Clique aqui e siga CORRENDO para a Sala de Perigo, onde vai encontrar uma seleção especial com revistas contendo roteiros de Mark Waid. E seja como o Flash, aproveitando rapidamente os benefícios do frete único, do pagamento com boleto e cartão e do parcelamento de suas compras sem juros. Tudo ao mesmo tempo, porque aqui o negócio é ligeiro!

domingo, 14 de agosto de 2016

HOMEM DE FERRO

O engenhoso Tony Stark foi ferido gravemente quando sequestrado e obrigado a construir uma arma de destruição em massa. Ao invés disso, auxiliado pelo professor Ho Yinsen, criou um exoesqueleto que facilitou sua fuga do cativeiro. A essa primeira e rústica armadura foi dado o nome de MK I.

Stark evoluiu a ideia e, logo em seguida, surgiu a MK II, ainda meio desengonçada mas com um tom dourado para não parecer tão assustador. Mas foi só com a MK III que o herói tomou a forma mais parecida com que se popularizou, nas cores vermelha e dourada, chegando ao formato final com a MK V.

Outras versões ainda incluiríam uma armadura espacial, com propulsores nucleares que a obrigavam a ser enorme, consequentemente um tanto desajeitada dentro da atmosfera terrestre. Já a armadura furtiva o tornava invisível aos radares. Uma das versões que fizeram sucesso foi a apelidada de "Silver Centurion", que utilizava as cores vermelha e branca. Mas ele voltou ao clássico vermelho e dourado quando do evento Guerra das Armaduras, onde sua tecnologia foi clonada. Já a chamada Máquina de Combate fez tanto sucesso que sequer precisava de Stark, sendo utilizada por James Rhodes posteriormente.

As modificações na armadura chegaram a levar Stark a, acidentalmente, até mesmo criar condições para que a mesma criasse uma consciência, o que foi impulsionado certa vez pela mesma ter sido atingida por um raio, o que deu muita dor de cabeça para o inventor.As evoluções criadas por Stark o levaram a ter uma versão que literalmente saía das cavidades de seus ossos, integrando-o a mesma.

E formas inusitadas nunca deixaram de aparecer. Além da tecnologia dos homens, Stark também ousou com a magia dos deuses ao visitar Asgard e criar uma armadura baseada no metal Uru (o mesmo do martelo de Thor) em uma mistura de sua armadura com a armadura conhecida como Destruidor. E até mesmo no encontro entre Vingadores e Transformers (inédita no Brasil), Stark obviamente não deixaria a oportunidade de testar uma armadura tão grande quando um Optimus Prime.

Essas foram algumas das armaduras do Homem de Ferro e algumas delas estão hoje na seleção de revistas da Sala de Perigo. E diferente das armaduras, a quantidade de fretes na sua Sala é uma só e para qualquer quantidade de sua compra. Todos os seus pedidos são tão rastreados quanto a uma armadura do Stark poderia fazer e agora você pode economizar com um verdadeiro Stark ao parcelar sua compra no cartão. Portanto, CLIQUE AQUI e conheça essa seleção especial.

sábado, 13 de agosto de 2016

TOM GRUMMETT


O desenhista canadense Tom Grummett (nome artístico de Thomas Grummett), auxiliou George Pérez na revista dos Novos Titãs, em 1989. Pérez fazia muito sucesso com o título (escrito por Marv Wolfman) e Grummett, com uma arte que seguia a mesma linha, foi "moldado" nas páginas da revista, vindo a assumir como desenhista principal logo após.

Caso semelhante aconteceu em 1991, onde Grummett fez parte da arte da revista Adventures of Superman, juntamente com Jerry Ordway. Já no número seguinte, o desenhista assumiria a arte da revista. Com isso, foi um dos desenhistas responsáveis por direcionar a saga da Morte do Superman, auxilando a criar o novo Superboy, em 1993, junto ao escritor Karl Kesel.

Em 1993, foi o principal desenhista da nova revista do novo Robin (Tim Drake), desenhando os primeiros números, escritos por Chuck Dixon.

Em 2002, juntamente com Kurt Busiek, criou o grupo Companhia do Poder, uma empresa que alugava super-heróis.

E hoje a Sala de Perigo traz uma seleção especial com diversas revistas onde você poderá prestigiar a arte de Tom Grummett. Lembrando que, além do frete único (para pedidos de quantas revistas quiser!!!), do acompanhamento de seu pedido através do código de rastreio e das facilidades de pagamento via boleto ou cartão, agora a sua Sala também oferece parcelamento de suas compras no cartão, sem juros! E parcelamos seus cliques também: clique aqui, e seja levado para essa seleção especial:

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

JOE CASEY

Joe Casey foi o escritor da revista Uncanny X-Men entre 2001 e 2002, substituindo Scott Lobdell. Apesar de seu trabalho com super-heróis, seu estilo tem um clima mais realista e um tanto fora do convencional para o gênero, o que é denotado por desenhistas com os quais trabalha.

Joe Casey esteve envolvido com os Wildcats, em uma de suas formações, bem como escreveu também uma minissérie para Ladytron e a revista do Majestic (todos pelo selo Wildstorm). Com Wildcats, inclusive, apesar de ter começado no segundo volume de revistas do grupo, escreveu todo o terceiro volume da série (em 2002), com um roteiro mais voltado para o público adulto e que foi bastante elogiado pela crítica. No selo Wildstorm também criou, juntamente a Jim Lee, em 2005, a série The Intimates, que mostrava um grupo de alunos com super-poderes.

Juntamente com Duncan Rouleau, Joe Kelly e Steven T. Seagle, formou o grupo Man of Action, responsáveis por roteiros tanto para histórias em quadrinhos quanto para desenhos animados. É um dos criadores, por exemplo, do desenho Ben 10, em 2005.

A Sala de Perigo hoje apresenta uma seleção de revistas com os roteiros de Joe Casey. Clique aqui, que lhe daremos uma carona até lá.

 

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

BATMAN

Será que Bruce Wayne é o Batman ou o Batman que é Bruce Wayne? Utilizando do artifício das identidades secretas que vão além das aparência, como Bruce Wayne o herói se mostra um playboy boa vida que, de certa forma tem até um ar de irresponsável. Já como Batman, ele mostra um visual que tem o intento de assustar criminosos, como se fosse uma criatura vinda das trevas. É a antítese do Superman, por exemplo, que utiliza uma imagem de rosto descoberto para inspirar confiança nas pessoas.

Mas, para ajudar na imagem de playboy relaxado, Bruce Wayne finge até mesmo não cuida direito das próprias empresas, deixando-as a cargo do CEO Julius Fox. Apesar disso, suas empresas tem uma destinação muito maior do que ser a herança de quem nasceu em berço de ouro.

Conseguiu unir o útil ao necessário quando anunciou a criação da Corporação Batman, no qual suas empresas iriam auxiliar o herói de Gotham de alguma maneira. Até então, a própria Wayne Technologies assumia certo apoio ao herói, lhe fornecendo parte dos equipamentos e conhecimento em pesquisas. E chega ao ponto de ser até um tanto paranóica essa associação do herói com as empresas Wayne, já que se utiliza até mesmo da Wayne Foods para observar sobre abastecimento e alimentos que são distribuídos em Gotham. A Wayne Biotech lhe fornece dados sobre eficiência de novos medicamentos e até mesmo o histórico de eventuais pacientes com doenças que podem causar alguma epidemia na cidade. Outras empresas do grupo servem até mesmo para contatos em diversas áreas, no caso de uma investigação específica. A Fundação Wayne, inclusive, já até serviu de base para o herói, mantendo até mesmo um bunker embaixo de seu edifício, parecido com a Batcaverna.

E a Sala de Perigo deve ter um pé dentro dos investimentos do Sr. Wayne, já que apresenta uma extensa seleção de revistas com o herói. Clique aqui e venha visitar mais esse empreendimento.

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

GRAHAM NOLAN


Graham Nolan ficou conhecido por ser um dos desenhistas das histórias do Batman, em colaboração com o escritor Chuck Dixon. Mas também é notável sua contribuição com o personagem Fantasma, o qual desenhava em tiras para jornais.

Começou sua carreira com pequenas histórias na DC Comics, em 1985 e em uma edição da revista dos Transformers, para a Marvel. Já assumindo mais páginas, cuidou da arte da minissérie do Elektron, chamada Power of the Atom. Na década de 90, desenhou a revista mensal do Gavião Negro, escrita por John Ostrander e Timothy Truman, trabalho que executou por mais de dois anos.

Em 1993, juntamente com Chuck Dixon e Doug Moench, ajudou a criar o vilão Bane, estando desde o prelúdio da saga A Queda do Morcego e permanecendo desenhando o Batman em uma de suas revistas mensais.

Na Sala de Perigo, você encontra uma seleção de revistas com o traço elegante da arte de Graham Nolan. CLIQUE AQUI E ESCOLHA A SUA.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

DOUG MOENCH

Doug Moench (Douglas Moench) é um escritor de quadrinhos mais conhecido por suas histórias com o Batman, sendo um dos responsáveis durante a fase em que as revistas do herói apresentavam a saga "A Queda do Morcego", onde, juntamente com Chuck Dixon e Graham Nolan, criou o vilão Bane, em 1993. Ainda para o bat-universo também criou, junto ao desenhista Tom Mandrake, o vilão Máscara Negra, em 1985

Já para a Marvel, o escritor criou o Cavaleiro da Lua, junto ao desenhista Don Perlin, na revista Werewolf by Night 32, de 1975. Curiosamente, o Cavaleiro da Lua surgiu como um vilão que trabalhava para o Império Secreto. Mas caiu no gosto dos leitores, o que fez Moench reapresentá-lo na revista Marvel Spotlight 28 e 29, no ano seguinte, já o colocando no caminho do heroísmo. A virada  mostrava que o agora herói estava infiltrado no Império Secreto. Moench, junto com o desenhista Bill Sienkiewicz (em início de carreira) ainda levaram o personagem para outros títulos, como a Hulk! Magazine (que publicava histórias em branco e preto), começando a desenvolver seu universo. Com isso, o personagem acabou ganhando sua própria revista em 1980 e o escritor ficou responsável pela maioria das mais de trinta edições. Voltaria a trabalhar com o personagem em mini-séries no final dos anos 90.

Também para a Marvel, criou o personagem Deathlok, junto ao desenhista Rich Buckler, para a revista Astonishing Tales 25, em 1974.

A Sala de Perigo tem uma seleção especial onde foram publicados roteiros de Doug Moench. O ar por lá pode parecer até um pouco denso, mas é que suas história tem esse clima mesmo. Então, clique aqui entre e confira o que de melhor esse escritor pode oferecer.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

LIGA DA JUSTIÇA

 
Liga da Justiça, Liga da Justiça Internacional, Liga da Justiça da América, Liga da Justiça América, LJA... sobre diferentes denominações, ser um membro da Liga é quase que uma graduação para os heróis do Universo DC. Foi criada por Gardner Fox para a revista The Brave and the Bold n° 28, em Fevereiro de 1960, ganhando sua própria revista meses depois. Fox e o desenhista Mike Sekowsky foram responsáveis pelas histórias da Liga da Justiça durante oito anos. A idéia era renovar o conceito utilizado pela Sociedade da Justiça na Era de ouro. É o tipo de grupo que reúne, em sua maior parte, heróis e heroínas que inicialmente agiam independentes um do outro, tendo em seu grau de hierarquia os medalhões da editora e revezando conforme a popularidade dos demais (ou até mesmo para levantar a popularidade de determinado personagem).

Curioso notar que dois anos depois, a Liga se encontrou com a Sociedade da Justiça, sendo que o segundo (e mais antigo) grupo era considerado de uma "Terra paralela", chamada de Terra-2. Foi nesse encontro, inclusive, onde se utilizou pela primeira vez o termo Crise, que teria relevante importância na mitologia dos personagens da editora. Em 2002, a Cartoon Network homenageou essa história em um episódio do desenho animado da Liga da Justiça, que foi dedicado a Gardner Fox. O conceito de explorar multiplas Terras não parou por aí, levando o grupo a enfrentar sua contraparte maligna da chamada Terra-3, o Sindicato do Crime.

Reza a lenda que um dos chefões da DC jogava golfe juntamente com Martin Goodman e comentavam sobre o sucesso de sua Liga da Justiça, que surgiu na revista Brave and the Bold. Goodman, impressionado com o sucesso dos colegas, voltou para sua editora com uma missão para um jovem Stan Lee: criar um GRUPO de super-heróis para também fazer sucesso. Bem, o problema é que a DC utilizava seus heróis que já eram conhecidos, enquanto a editora de Goodman ainda não tinha algo pronto (diferente da DC, iriam começar do zero). Foi assim que Lee trouxe o Quarteto Fantástico e, com ele, o pontapé inicial para a criação do Universo Marvel.

Em 2011, com a fase dos Novos 52, o escritor Geoff Johns e o desenhista Jim Lee apresentaram uma nova versão/formação da Liga com seus principais personagens (e que também foram os membros mais constantes no grupo): Batman, Superman, Lanterna Verde, Flash, Mulher-Maravilha e Aquaman. Em adição ao grupo também foi incluso o herói Cyborg, mais conhecido por ser um dos integrantes dos Novos Titãs (não que fosse total novidade, já que ele foi visto na série Superamigos - uma das temporadas, na verdade, chamada de The Super Powers Team: Galactic Guardians - que era a versão desenho animado da Liga da Justiça)

Na Sala de Perigo você encontra diversas formações da Liga da Justiça, desde o "dream team" até ao seu estilo mais cômico (que fez grande sucesso nos anos 90). Sim, são ícones... são os melhores. Mas não se intimide por isso. São todos gente boa (hã... é que o Guy Gardner precisa de jeito pra falar com ele...). Portanto, clique aqui e conheça essa seleção especial de revistas com história do famoso grupo.


domingo, 7 de agosto de 2016

DAN JURGENS

O escritor e desenhista Dan Jurgens é conhecido por ter criado o personagem Gladiador Dourado, em 1986, em sua própria revista, sendo incorporado posteriormente na Liga da Justiça, onde aconteceu sua popularização. Em 2007 o personagem ganhou uma nova série, onde era explorada o tema de viagens no tempo (de fato, o herói veio do futuro), muito parecido coma estrutura utilizada na série de TV Legends of Tomorrow (inclusive, tendo como parceiro Rip Hunter). A revista do Gladiador Dourado contou com os desenhos de Jurgens, que escreveu algumas edições.

Também é o nome mais lembrado da saga "A Morte do Superman", mesmo porque a história (dentro da saga), mostrando o fato, estava justamente sob a responsabilidade de sua arte (onde a história é apresentada com desenhos de página inteira) e seu roteiro. Curiosamente, Jurgens (finalizado por Bill Sienkiewicz) revisitou a história da morte do Superman na mini-série "Dia do Juízo Final", com um tom mais pesado sobre as consequência do comflito com Apocalypse.

Jurgens trabalhou nas revistas Adventures of Superman de 1989 a 1991 e em Superman de 1990 a 1995, com participações mais esporádicas um pouco antes e depois. Teve participação em momentos emblemáticos do personagem como sua ressurreição, seu casamento, a mudança de poderes e uniforme, a criação do Superciborgue, Agente Liberdade, entre outros. Quando um novo volume da revista foi lançado, na fase chamada Novos 52, Jurgens assumiu por um curto tempo, assim que George Pérez saiu.

E você não precisa exatamente viajar no tempo para conhecer as obras de Dan Jurgens. Clique aqui e vai ser levado para a Sala de Perigo, onde encontrará uma seleção especial de edições onde a obra de Jurgens aparece.

sábado, 6 de agosto de 2016

ROGER STERN

Roger Stern é mais conhecido por seus roteiros para histórias do Superman, Homem-Aranha, Vingadores, Capitão América e por Starman (este último, sua criação com o desenhista Tom Lyle).

Em 1973, enquanto trabalhava em uma pequena estação de rádio, Stern conheceu Bob Layton, que comercializava quadrinhos e acabou se tornando seu parceiro na formação da CPL Gang, que publicava o fanzine Contemporary Pictorial Literature (daí o CPL) e contou com colaboradores como Roger Slifer, Tony Isabella, Steven Grant e John Byrne, todos antes de serem conhecidos nomes da indústria dos quadrinhos.

Um dos destaques do fanzine era o robô Rog-2000, criação de Byrne que teve curtas histórias escritas por Stern e também parte da arte de Layton. O pequeno e despretensioso robozinho chamou atenção da editora Charlton, que lhes ofereceu trabalho nas páginas secundárias da revista E-Man. Outro importante passo dessa colaboração foi a publicação do fanzine Charlton Bullseye, dando-lhes acesso exclusivo a materiais inéditos da editora, como os produzidos por Steve Ditko e Jeff Jones. Essa evolução também permitiu que demais integrantes da CPL Gang mostrassem seus talentos na Charlton e que surgissem novos trabalhos em outras editoras como a DC e a Marvel, para as quais também publicavam edições no estilo fanzine (porém oficiais, de certa forma).

Dentre os colegas da época da CPL, destaca-se John Byrne com quem, na época em que trabalharam na Marvel, mostraram uma excelente fase da revista Capitão América, que se tornou cultuada no início da década de 80 e apresentou, entre outras, a história onde o herói é candidato a presidente dos Estados Unidos.

E para provar como esse menino cresceu com o tempo, a Sala de Perigo apresenta uma seleção muito especial de revistas com seus roteiros em Vingadores, Superman, Starman e a graphic do Doutor Estranho e Doutor Destino: Triunfo e Tormento. Clique aqui e conheça a qualidade de um bom roteiro.

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

SUPERMAN

Superman foi criado pelos então jovens Jerry Siegel e Joe Shuster, quando ainda era estudantes, em 1933. Ou seja, cinco anos antes de conseguirem vender a ideia para a editora que futuramente seria conhecida como DC Comics. Com isso, o personagem acabou estreando na revista Action Comics n° 1, de junho de 1938 e acabaria se tornando o modelo para o gênero dos super-heróis.

A Sala de Perigo tem uma seleção... com o perdão da expressão... SUPER especial para você que curte o Homem de Aço. Não é um pássaro, não é um avião... É revista de montão! Clique para o alto e avante aqui!


 

GREG CAPULLO

O desenhista norte-americano Greg Capullo (Gregory Capullo), ficou conhecido por contribuir com sua arte em histórias do personagem Quasar e do grupo X-Force, ambos da Marvel, no início da década de 90. Também desenhou a minissérie da personagem Ângela, escrita e criada por Neil Gaiman, quando ela era incorporada ao universo do personagem Spawn, da Image, além ter uma grande participação na revista mensal do Soldado do Inferno. E, mais recentemente, por contribuir com as histórias do Batman, escrita por Scott Snyder, com quem ajudou a criar a agora emblemática Corte das Corujas, na fase em que a DC Comics publicava os Novos 52.

Sala de Perigo apresenta uma seleção de revistas com os trabalhos de Greg Capullo, principalmente Spawn, que catapultou sua carreira e, lembrando, tudo sempre com o benefício do Frete Único pra vocês. Clique aqui e nos visite:


 

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

JERRY ORDWAY

Jerry Ordway (nascido Jeremiah Ordway em 28 de novembro de 1957) é conhecido por ser desenhista, artefinalista e escritor em vários títulos. Ele artefinalizou a arte de George Pérez na série Crise nas Infinitas Terras, em meados da década de 80. Ficou responsável pela arte da revista Superman de 1986 a 1993. Escreveu e também pintou a graphic novel The Power of Shazam!, que remodelava o Capitão Marvel, em 1994; além de continuar trabalhando com o personagem (considerado seu "xodó") em sua própria revista mensal entre 1995 e 1999 (como escritor e autor das capas pintadas). Sua característica artefinal já apareceu na arte de Curt Swan (cuja arte, aliás segue bem o seu estilo), Jack Kirby, Gil Kane, John Buscema, Steve Ditko, entre outros.

E nem precisa dizer a palavra mágica pra encontrar uma seleção de revistas com a arte de Jerry Ordway. Basta entrar na Sala de Perigo, clicando aqui, e escolher a sua:

 

terça-feira, 2 de agosto de 2016

THOR

O herói Thor, da Marvel, é um personagem baseado em uma deidade da mitologia nórdica de mesmo nome. O Thor nórdico representava os trovões, relâmpagos, tempestades e até mesmo era um símbolo da força, de proteção para a humanidade, cura, fertilidade... Ou seja, não é conhecido como PODEROSO Thor à toa. Pra se ter uma ideia, até mesmo representava árvores frondosas. Parecia poderoso? Thor! Era forte? Thor! E assim por diante... Aliás, as marteladas que ele vivia dando eram que o associava aos raios e trovões.

O Thor dos quadrinhos, assim como sua fonte de inspiração, também tem como seu principal artefato o martelo Mjolnir, feito do metal encantado Uru. (gracejo do editor: ainda bem que não fizeram uma liga desse metal com o metal Cubaca...). Com o tempo muitos outros elementos da mitologia nórdica foram aparecendo nos quadrinhos da Marvel, a exemplo do cinturão que dá ainda mais força pra Thor (pois é... havia quem achasse que ele ainda precisava de mais força... Talvez a vó dos criadores... "Esse personagem tá muito magriiiiinho, mirraaaaaado... precisa de um cinturão pra ter mais força...").

Na Sala de Perigo, vocês irão encontrar uma bela seleção de revistas com o mitológico super-herói. Entrem na Sala e fiquem a vontade para escolher seus exemplares. Aliás, é bom até darem um tempinho antes de sair... pelo barulho, acho que vem chuva por aí. Clique aqui e se esconda do temporal!



segunda-feira, 1 de agosto de 2016

HOWARD PORTER

No mundo dos quadrinhos, encontrar um novo escritor ou artista que possa ser um sucesso entre os leitores demanda um certo senso de caça-talentos. No que diz respeito a desenhistas, o maior "nicho" para se encontrar aqueles que realmente podem levar em frente seu dom são as escolas de arte. Não que isso seja uma regra, digamos, engessada. Mas é um bom começo onde se possa encontrá-los.

Howard Porter se graduou no Paier College of Art, localizado em Connecticut, e destacou-se tanto no curso que chamou a atenção de seu professor, Frank McLaughlin, que também era um profissional dos quadrinhos. McLaughlin então era um conhecido artefinalista e tornou Porter assistente em vários trabalhos que, por sua vez, expandia ainda mais seu talento. De assistente na artefinal, passou a ser artefinalista de outros desenhistas e, posteriormemte, fazendo a própria arte.

Conhecido por sua arte em títulos do Flash e Ray, Porter chamou ainda mais atenção quando foi escolhido como desenhista principal da nova série da Liga da Justiça, quando esta foi reformulada pelo escritor Grant Morrison.

Na Sala de Perigo, temos uma seleção de revistas onde você poderá encontrar o traço de Howard Porter. Prestigie o talentoso aluno do Sr. McLaughlin e leve para a sua coleção esse incrível trabalho, clicando aqui!

A Liga da Justiça da América ou LJA, como era chamada na época em que Howard Porter fazia a arte da revista
 

domingo, 31 de julho de 2016

DENNY O'NEIL

Denny O'Neil (nome artístico de Dennis J. O'Neil) tornou-se um dos mais influentes escritores para o gênero de super-heróis na década de 60. Além de ter contribuído com a DC e com a Marvel, também foi editor de ambas. Na DC, principalmente, é um dos mais reconhecidos editores da linha de revistas relacionadas ao Batman. Não por menos, foi O'Neil quem deu um ar de, digamos, mais seriedade para o herói e até mesmo iniciou um processo que o tornaria mais sombrio nas décadas vindouras. Nesse período como editor na DC, também contribuiu com a criação de eventos como a saga Armageddon 2001, do qual foi co-autor juntamente com Archie Goodwin. A saga, que mostrava futuros possíveis dos conhecidos super-heróis da casa, afim de descobrir qual deles se tornaria um poderoso vilão, se extendeu também pelos anuais dos respectivos títulos, em 1991.

Na Sala de Perigo, você encontrará uma seleção de trabalhos desse importante escritor de St. Louis. Entre, sente-se ao lado dele no sofá da Sala e tenha um papo sério com suas obras. Clique aqui para entrar na seleção de seus trabalhos.

O Monarca, misterioso vilão de Armageddon 2001 e Denny O'Neil
 

SENHOR MILAGRE

Senhor Milagre, cuja identidade secreta é Scott Free, foi criado por Jack Kirby em Abril de 1971 para a revista Mister Miracle n° 1.

Na Sala de Perigo você encontra participações do herói na Liga da Justiça, em aventuras solo, sabe mais sobre sua origem e até mesmo em saia justa com ninguém menos que o Superman. Clique aqui e visite a Sala de Perigo!

Ilustração de Jack Kirby para a revista Mister Miracle
 

segunda-feira, 18 de julho de 2016

QUE FIM LEVOU ROBIN?



Galera... Seguinte... Senta aqui... vamos conversar...

Durante muito tempo nos divertimos pra caramba aqui no blog Âmago, fizemos amizades aqui, nas redes sociais e, olhem só, até conheci alguns de vocês pessoalmente. Agora chegou a hora de... evoluir.

O blog Âmago como vocês conhecem está sendo descontinuado. Essa não é uma frase muito legal de se ler em um local em que a gente curte, não é mesmo? Imagine pra mim que sustento a marca "Âmago" desde muito, muito, muito (chega, Marcos...) antes da internet existir. Acreditem ou não, o que alguns de vocês conheceram como blog já foi um fanzine impresso. (fanzine... procurem que você acham do que se trata... envolve papel, fotocópia, essas coisas mais... físicas). E digo mais, já foi um fanzine... datilografado! Montado um por um pra cair nas mãos de vocês. E meu maior mérito é esbarrar vez ou outra em pessoas que AINDA TEM esses exemplares... e os guarda com carinho.

Estou trabalhando em um novo projeto: o sebo virtual de quadrinhos chamado Sala de Perigo, com o intuito de conseguir revistas (físicas!) por preços acessíveis para todos. Aliás, tornar quadrinhos acessíveis para o público sempre foi a intenção do fanzine/blog. E justamente através dos artigos, acabei despertando o interesse de pessoas que não sabiam certos detalhes de personagens que só conheciam por alto. Tanto que se tornaram colecionadores... e tanto que me perguntavam onde conseguir as revistas dos quais eu falava. Apesar de algumas dicas, a verdade é que nem sempre se consegue tudo por um preço bom. Mas foi daí que surgiu a ideia: tornar-me fornecedor dessas revistas. Não só correr atrás da informação de onde estavam... mas das próprias revistas (desde que tivessem um preço legal). Dessa forma surgiu a Sala de Perigo que, entre outras coisas, também vai me dar sustento para dedicar-me em tempo integral a ela. Portanto, participem (calma... já vou dar o novo endereço).

Mas a coisa não é tão rápida assim. Sala de Perigo não torna esse nosso relacionamento apenas em vendedor/cliente. Não. É mais!

É isso. Em um mundo cheio de reboots, não pensem que TUDO acabou. Pensem que evoluiu. Bem... já viram o tamanho do projeto, né? Então dá pra ter uma ideia do quanto vem por aí. Ainda teremos bastante informação e curiosidades... mas em uma casa maior. Aliás, não só uma casa. Isso é quase um condomínio inteiro.

Vejo vocês todos na Sala de Perigo e nas novas páginas. E nos emails, se quiserem ( saladeperigobrasil@gmail.com ), fiquem a vontade em me chamar. Agradeço de coração a todos vocês não só por ficarem comigo até aqui. Claro que não só por isso. Pois tenho certeza que continuarão comigo no que virá!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 144

Arte de capa por Win Mortimer
- Detective Comics 188 ( Outubro de 1952 )

* "The Doom in the Bat-Cave", história desenhada por Lew Sayre Schwartz, artefinalizada por Charles Paris

Publicada no Brasil pela Ebal na revista Batman Bi n° 64 ("A Morte na Bat-Caverna")


No cais de Gotham, o criminoso conhecido como Deering Gancho está prestes a assaltar o armazém do importador conhecido como Milden. Deering ganhou esse apelido quando, em uma tentativa de fuga da prisão, perdeu seu braço e colocou uma prótese com um gancho no lugar. A experiência, no entanto, tornou o criminoso ainda mais raivoso. A dupla dinâmica consegue chegar até o armazém, mas a gangue de Deering derruba uma estátua em seu caminho e consegue fugir. Batman, já prevendo uma onda de assalto contra os importadores, sugere a Milden que organize uma reunião entre eles. Na verdade, Milden diz que essa reunião será feita no depósito de materiais químicos do Sr. Whitley, presidente da organização dos importadores.

Ao chegar na chefatura de polícia para relatar o ocorrido, Batman é surpreendido com uma mensagem que chegou até o Comissário Gordon. Uma ameaça bem incomum do próprio Gancho, já que ele promete matar Batman dentro da batcaverna.

Durante a reunião com os importadores, as luzes se apagam e barris com produtos químicos são derrubados. Ninguém saiu ferido, mas Batman sai impregnado de algum produto derramado. Ao chegarem na batcaverna, Robin nota que o cheiro dos produtos ainda impregna a capa de seu parceiro. De repente, a capa começa a pegar fogo. O produto foi preparado para inflamar-se durante certo tempo. Provavelmente, Deering calculou o tempo que Batman levaria para voltar a batcaverna e, com isso, cumpriria sua promessa. Batman, que tira a capa a tempo, acha que aquele foi um aviso e não um atentado. Uma forma do criminoso avisar que pode, sim, cumprir sua promessa. Robin se preocupa de estarem enfrentando um bandido tão inteligente.

Na noite seguinte, quando o batsinal chama pela dupla dinâmica, Robin já acredita que seja Gancho atacando. De fato, há uma ameaça de roubo ao cargueiro Spindrift. Ao chegarem ao cais, descobrem que a gangue de Gancho usou um maçarico para entrar do lado oposto do cargueiro. Batman os ataca. Quando Robin usa uma corda para acompanhá-lo, Gancho vira o maçarico em sua direção. Alertado por Batman, Robin consegue se desviar, mas bate sua cabeça no cargueiro e cai em um bote logo abaixo, colocando-se no caminho do imenso navio. Batman é obrigado a deixar a gangue fugir para salvar Robin.

Ao retornarem para a batcaverna, notam que os pneus do batmóvel estão diferentes. De repente, eles começam a vazar um gás mortal. A dupla se afasta e vê um aviso nos próprios pneus. É Gancho avisando que, se não for deixado em paz, irá explodir a batcaverna no dia seguinte ao meio dia. Preocupados com a ameaça e acreditando que a batcaverna talvez tenha sido invadida, a dupla dinâmica procura pela bomba... mas nada encontram. Robin sugere que, já que sabem o horário que a bomba irá explodir, possam se afastar do local. Mas Batman sabe que se fizerem isso, a explosão denunciará o local onde se escondem.

Os heróis desconfiam do importador de produtos químicos Whitley, já que ele organizou a reunião e foi nela que produtos foram derrubados. Ao investigarem, descobrem que os produtos realmente eram dele, mas foram roubados e usados no ataque.

Whitley recebe uma ligação de Milden que avisa a dupla sobre caminhões suspeitos estarem rondando um parque de diversões abandonados ali perto. Ao chegarem no parque, descobrem que Gancho e sua gangue estão planejando outro ataque e, para fugir, o criminoso usará uma nova prótese, já que a polícia tem seu gancho por referência. A dupla dinâmica os surpreende e prende Gancho, forçando-o a confessar dos ataques. Gancho, no entanto, diz não saber de nada. Em uma tentativa de fazê-lo falar a verdade, cobrem seus olhos e o levam para a batcaverna. Se há uma bomba que irá explodir, o vilão irá se desesperar e confessar. Ainda assim ele nega tudo. É quando Batman percebe... o braço novo de Gancho! É lá que a bomba está. De fato, há um compartimento com uma bomba e ele a desarma poucos segundos antes de ser detonada. Gancho confessa que trabalhava para Wilden, que planejou o ataque ao próprio armazém para despistar e provavelmente queria se livrar dele (e de Batman) para ficar com todo o fruto dos demais roubos.

Logo em seguida, a dupla dinâmica consegue prender o inteligente Milden. Inteligente ao ponto de realmente deixá-los preocupados com suas ameaças.


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 Lew Sayre Schwartz

domingo, 31 de janeiro de 2016

O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 143


- Batman 73 ( Outubro de 1952 )

* "Guns For Hire", história desenhada por Dick Sprang, artefinalizada por Charles Paris

Publicada no Brasil pela Ebal na revista Batman 11 e Batman n° 40 ("Armas Para Alugar
")

Robin fica apena no "banco de reservas" nessa história. Vai ver, Batman deixou ele de castigo devido às últimas pataquadas por que passou...

O Comissário Gordon tem problemas em prender criminosos em Gotham, já que não são encontradas as armas que são utilizadas em seus crimes. E mesmo quando uma ou outra é localizada, o departamento de balística não consegue identificá-las. A dupla dinâmica também tem contato com o mesmo problema quando detém o assalto a um trólebus. Ao levarem o criminoso para a chefatura de polícia, nem mesmo um especialista em armas estrangeiras, conhecido como Doutor Hagen, consegue identificar a arma utilizada no crime.

Há algo acontecendo no submundo para que essas armas não sejam identificadas. Batman decide se infiltrar utilizando a identidade de Slug Carson, um especialista em armas. E, para isso, terá que deixar o menino prodígio na batcaverna.

Ao retornar, Batman diz ter descoberto um esquema de alugar armas especialmente feitas para determinados crimes. Os bandidos alugam uma arma por um tempo e serviço especificado. Por exemplo, se alugarem uma arma para assalto, a mesma não poderá ser utilizada para matar alguém. Tal organização faz parte de um esquema para deixar as armas exclusivas e de uma forma que não possam ser identificadas. Há até mesmo uma "arma para exterminar o Batman" cujo tempo de aluguel é indeterminado. O responsável pelo esquema, que nunca é visto, é chamado pelos criminosos de "O Alugador". Porém, por se infiltrar no esquema, Batman tem acesso a uma lista de crimes que estão em andamento, já que viu armas serem alugadas e seus respectivos destinos. Com essa informação, a dupla dinâmica consegue deter um assalto a banco.

Por falar em informação, na noite seguinte Batman chega à batcaverna com uma lista de próximos crimes a serem cometidos. Mas escapou por pouco de ser descoberto, já que também trazia uma arma para análise. O problema é que foi instalado um "olho mágico" (detector de metais) na saída do covil dos bandidos e isso acabou o denunciando. Pego em flagrante, "Slug Carson" jogou a arma em uma lata de lixo, antes de ser revistado, e inventou a história de que havia uma bala alojada em seu corpo, devido a uma troca de tiros com a polícia, que deve ter feito o alarme disparar.

O disfarce de Batman não dura muito tempo e, na noite seguinte, ele já volta com um item muito especial: a tal arma destinada para executá-lo. Sua verdadeira identidade havia sido descoberta e ele ficou cara a cara com o Alugador... nome utilizado pelo traidor Doutor Hagen. Quando Hagen iria utilizar a arma para executá-lo, acabou chegando perto demais da cela onde Batman foi preso. O herói então pegou uma arma de estimação que estava presa por uma corrente ao cinto de Hagen, deixando perto demais para que atirasse sem se ferir. Com a mesma arma de estimação, atirou no painel que abriu a cela e permitiu que derrotasse a gangue. Agora, a arma para sua execução fazia parte da sala de troféus da batcaverna.

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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 142

 - Batman 73 ( Outubro de 1952 )

* "Vicki Vale's Secret", história escrita por David Vern Reed, desenhada por Bob Kane e Lew Sayre Schwartz, artefinalizada por Charles Paris

Publicada no Brasil pela Ebal na revista Batman 8 ("A Chave da Identidade do Batman")


Hah! Tava demorando pro Robin tomar um puxão de orelha de seu mentor pra trabalhar direito!

Bruce Wayne e Dick Grayson recebem a visita de uma aflita Vicki Vale. Aflita ao ponto de desfalecer de tanta preocupação por ter se metido em uma encrenca que sequer pode falar a respeito. Segundo ela, sua vida está ameaçada! Vicki fica no quarto de hóspedes de Wayne enquanto a dupla dinâmica sai para investigar alguma pista em seu apartamento. Antes de saírem, Batman orienta:

"A vigilância sempre compensa." (Parece até o Seu Madruga falando. Também... o que esperar de uma história onde o vilão se chama... ah, você vão ver...)

No apartamento de Vicki Vale, os heróis encontram uma foto embrulhada em um jornal novo. A foto mostra a fachada do Teatro Bijou, onde também se pode ver um homem entrando sorrateiramente. Batman o reconhece como sendo Bennett Chaves, um bandido procurado que tem esse nome por trazer uma cicatriz em forma de chave no rosto. O Teatro Bijou há tempos está vazio e Bennett provavelmente deve estar usando-o como esconderijo.

No Teatro, os heróis realmente encontram a gangue de Bennett e os enfrenta. Batman persegue um dos bandidos por um trapézio improvisado, mas, por descuido, é atingido e cai desmaiado. A dupla dinâmica é presa pela gangue em uma sala cheia de chaves, símbolo de Bennett, e são deixados ali até que o chefão chegue e decida o que fazer. Batman consegue encontrar um canivete na sala e corta as cordas que amarram Robin, que o solta em seguida. Quando Bennett chega, a dupla dinâmica o surpreende e consegue dar cabo de sua gangue. Batman exige que Bennett confesse porque está ameaçando Vicki... mas o criminoso não faz ideia de quem seja ela. Bennett parece falar a verdade e isso só pode significar uma coisa: Vicki, sempre empenhada em provar a identidade de Batman, armou para a dupla e deixou a foto propositalmente em seu apartamento.

De fato, mais tarde, encontram Vicki sorridente e feliz por ter provado que Bruce e Dick são Batman e Robin. Afinal, quem mais sabia que ela estava "sendo ameaçada"? Bruce argumenta que, preocupado com ela, conseguiu localizar Batman e pedir-lhe ajuda. Porém, Vicki ainda tinha um trunfo. Deixou um gravador de discos preparado para gravar qualquer coisa dita em seu apartamento. Dessa forma, saberia a identidade dos heróis de acordo o que confessaram. Dick fica preocupadíssimo, pois falou até demais que eles estavam ali para ajudar Vick, que estava na mansão.

De volta ao apartamento de Vicki, ela mostra o disco com a gravação e está prestes a descobrir a verdade. Mas, após sua própria voz aparecer como garantia, ouve um forte barulho seguido de uma declaração de Batman sendo grato pela dica de Bruce Wayne. Com isso, Vicki pede desculpas a Bruce pelo mal entendido.

Fora do apartamento, Batman diz a Robin que percebeu a armadilha de Vicki e ligou o ventilador para que houvesse um grande barulho que abafasse a conversa de ambos. Logo em seguida, voltou ao apartamento e gravou o agradecimento a Bruce Wayne. Robin pergunta por que ele não lhe contou o que descobriu... e o menino prodígio tomou essa:

"Para lhe dar uma lição de vigilância, Robin. Você também devia ter percebido aquela armadilha. Quis mostrar-lhe, de maneira dramática, como é importante estar sempre alerta!"


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Bob Kane

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

O DIÁRIO DE DICK GRAYSON - Parte 141


Arte de capa por Dick Sprang
Capa da revista norueguesa Lyn Vingen, de 1953

- Batman 73 ( Outubro de 1952 )

* "The Joker's Utility Belt", história escrita por David Vern Reed, desenhada por Dick Sprang, artefinalizada por Charles Paris

Publicada no Brasil pela Ebal na revista Batman 2 ("O Cinto de Utilidades do Coringa")


O Coringa invade o Museu de Gotham, pois está ofendido de não ser homenageado na exposição sobre os maiores comediantes da História. A dupla dinâmica consegue alcançar o vilão e sua gangue, mas um dos quadros cai e atinge a cabeça de Batman, fazendo com que Robin também se distraia, permitindo que ambos sejam capturados. Por sorte, os heróis trazem cápsulas de gás em seus cintos de utilidades, o que lhes permite revidar, conseguir escapar e prender parte da gangue.

Na noite seguinte, o Coringa volta a atacar, assaltando a bilheteria da Ópera Cívica. Quando a dupla dinâmica chega, o vilão já havia escapado. O guarda foi ludibriado com uma brincadeira, sendo assustado com uma campainha que o Coringa fez acreditar ser um dispositivo de choque elétrico preso em suas mãos.

Com o passar dos dias, há novos ataques do Coringa, que sempre deixa algum tipo de objeto de brincadeira utilizado em sua fuga e crimes. Com o tempo descobre-se que o vilão está levando esses objetos dentro de um cinto de utilidades. Uma versão maligna do próprio cinto de utilidades da dupla dinâmica.

Os heróis seguem para o estúdio do Professor J. J. Gargalhada, que está expondo objetos que trouxe de sua viagem à África. Com um professor com esse nome, é meio óbvio que o vilão iria atacar. Batman não estava errado. Enfrentando-o no estúdio, a dupla testemunha a utilização do agora notório cinto, quando ele tira pílulas que se transformam desde flores até placas, atrapalhando a perseguição. Quando Batman tenta utilizar um equipamento de seu próprio cinto, é surpreendido com um brinquedo que salta dele. O Coringa havia colocado um de seus cintos sobre o de Batman, ganhando tempo para fugir. De fato, o Coringa está fazendo os heróis se passarem por palhaços.

Na manhã seguinte, quando os heróis comparecem a uma cerimônia de lançamento de um novo barco, Batman percebe que a garrafa de champanhe para ser quebrada no casco está com a rolha adulterada. Os heróis preferem não arriscar e utilizam outra garrafa. Mas uma mulher, que quer participar da festa também, pega a garrafa descartada e a joga contra o casco. De fato, era mais um golpe do Coringa, pois a garrafa libera gás paralisante.

Os heróis, sem poder se mover, são levados para o esconderijo do Coringa. O vilão coloca Robin sobre uma esteira, onde ele terá que correr para não ser incinerado. Batman, que a tudo assiste, consegue pegar algumas pílulas do Coringa, que está ao seu lado. Ao atirar as pílulas no fogo, elas se transformam em cobras de borracha, que se enroscam nas engrenagens da esteira e dão tempo para Robin saltar. Batman arranca o cinto do Coringa e libera todas as pílulas e brincadeiras que há nele, atingindo o vilão e sua gangue.

Preso, o Coringa ironicamente é enviado para a divisão de fabricação de cintos da prisão.

A+:

* Esta história serviu de inspiração para que o seriado de Batman de 1966 mostrasse o Coringa também utilizando um cinto de utilidades em sua própria versão.

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